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Lula presiona al Congreso para aprobar fin de escala 6x1 y pautas clave antes de las elecciones

Presidente Lula, candidato à reeleição pelo PT, almoça com presidentes da Câmara e Senado Na última semana de votações no Congresso Nacional antes das eleições de 2026, os parlamentares devem avançar em pautas prioritárias para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição. 🔎 O Congresso não está de recesso, mas as atividades parlamentares praticamente pararam desde o começo do processo eleitoral. Nesse período, os parlamentares devem diminuir os compromissos de campanha para votar os temas. A partir desta segunda-feira (31), os projetos devem ser votadas tanto nas comissões quanto nos plenários de Câmara dos Deputados e Senado Federal. Depois dessa semana, os parlamentares só retornam para Brasília em novembro. Um dos focos do governo será a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1, que tramita no Senado Federal. A PEC entrou em pauta depois de o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), ter retomado diálogo com Lula. (Veja os demais) Em 21 de agosto, Alcolumbre enviou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça do Senado, depois de quase três meses de espera do governo. Agora, governistas pressionam para votar tanto na CCJ quanto no plenário a PEC do fim da 6x1 no mesmo dia, nesta segunda. No entanto, depois de um almoço com Lula e o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), Alcolumbre não garantiu que isso vá acontecer. Alcolumbre tenta equilibrar os pedidos de Lula com a pressão da oposição. Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também candidato à Presidência da República, tentam barrar a votação antes das eleições. Entre os senadores, a expectativa é de que, se o fim da 6x1 chegar ao plenário, o texto será aprovado, ainda mais com a proximidade das eleições. O relator, senador Omar Aziz (PSD-AM), manteve o texto assim como ele saiu da Câmara. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)(c), entre os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasi-AP)(e), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos- PB), durante a cerimônia de assinatura da medida provisória da reforma do setor elétrico, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta quarta-feira, 21 de maio de 2025. Pelas regras propostas, beneficiários da Nova Tarifa Social de Energia não vão pagar contas de luz com faixa de consumo de até 80 kWh. A mudança foi anunciada pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Wilton Junior/Estadão Conteúdo Outras prioridades Além da redução da jornada de trabalho, o Congresso vai analisar outros temas considerados estratégicos pelo governo Lula. São eles: Medida provisória (MP) que acabou com a taxa das blusinhas; PEC da Segurança Pública; Regulamentação da exploração de minerais críticos e terras raras; e O Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata). 'Taxa das blusinhas' A MP que acabou com a chamada taxa das blusinhas, o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, foi publicada em maio e tem até 8 de setembro para ser aprovada ou rejeitada pelo Congresso. Com as novas regras, o ministro da Fazenda passou a ter a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50. Caso a votação não ocorra, o imposto voltará a ser cobrado em 9 de setembro. Apesar disso, o fim da taxa já conta com acordo entre Lula, Motta e Alcolumbre. A comissão responsável por analisar a MP deve votar o tema na terça-feira (1o). No dia seguinte, a expectativa é que os plenários da Câmara e do Senado votem a medida. PEC da Segurança Pública Já a PEC da Segurança Pública ainda precisa ser votada na CCJ do Senado antes de chegar ao plenário. A votação também deve ser realizada na quarta-feira (2), depois de ficar parada seis meses no Senado. O relator da proposta, senador Rogério Carvalho (PT-SE), apresentará relatório favorável à PEC, sem alterações em relação ao texto da Câmara, para agilizar a aprovação e consequente promulgação. Lula já afirmou que, após a aprovação, vai criar o Ministério de Segurança Pública. Redata Já o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata) deve ir direto ao plenário. O Redata é uma política para incentivar a instalação de datacenters no Brasil. Esse tipo de instalação reúne servidores, sistemas de armazenamento e equipamentos de rede para processamento de dados em grande volume. Inicialmente instituído por meio de uma MP, o Redata deveria ser votado até fevereiro. Na época, Alcolumbre deixou a medida vencer, sem votação no plenário do Senado. Minerais críticos e terras raras A Política Nacional de Minerais Críticos cria uma legislação específica para atrair investimentos nacionais para o setor, com um fundo de R$ 5 bilhões. O projeto já foi aprovado na Câmara em maio e aguarda somente a votação no Senado. 🔎 Minerais críticos e estratégicos são cobiçados pela indústria e diplomacia mundial, isso porque, dentre eles, destacam-se as chamadas terras raras, grupo de 17 elementos químicos essenciais para o funcionamento de uma série de produtos. Entre eles estão o lítio, o cobalto, o níquel e o grafite, fundamentais para baterias de veículos elétricos, turbinas eólicas, painéis solares e semicondutores.

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Lula presiona al Congreso para aprobar fin de escala 6x1 y pautas clave antes de las elecciones

El Congreso Nacional de Brasil retoma sus sesiones este lunes 31 de agosto de 2026, iniciando la última semana de actividades legislativas antes de que el proceso electoral de 2026 tome el protagonismo absoluto. En este escenario, el gobierno del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quien busca la reelección por el Partido de los Trabajadores (PT), ha establecido una serie de pautas prioritarias que pretende aprobar antes de que los parlamentarios suspendan sus actividades en Brasília hasta noviembre.

Uno de los temas más sensibles y con mayor presión política es la Propuesta de Enmienda a la Constitución (PEC) que busca poner fin a la escala laboral de 6x1. Esta propuesta, que actualmente tramita en el Senado Federal, se ha convertido en un foco central de la agenda gubernamental. Los sectores governistas están presionando para que la medida sea votada tanto en la Comisión de Constitución y Justicia (CCJ) como en el pleno del Senado este mismo lunes 31 de agosto.

La reactivación de este proyecto ocurrió después de que el presidente del Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), retomara el diálogo con el presidente Lula. Previamente, la propuesta había permanecido en espera durante casi tres meses antes de que Alcolumbre la enviara a la CCJ el pasado 21 de agosto. A pesar de la presión del Ejecutivo, Alcolumbre no ha garantizado que la votación ocurra en un solo día, ya que intenta equilibrar las demandas del gobierno con la resistencia de la oposición. Aliados del senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), quien también es candidato a la Presidencia de la República, buscan bloquear la votación antes de los comicios. No obstante, existe una expectativa entre los senadores de que, si el texto llega al pleno, sea aprobado, considerando la proximidad de las elecciones y que el relator, senador Omar Aziz (PSD-AM), mantuvo el texto original proveniente de la Cámara de Diputados.

Simultáneamente, el Congreso analizará la medida provisoria que elimina la denominada "tasa de las blusinhas", el impuesto de importación del 20% aplicado a compras internacionales de hasta 50 dólares. Esta medida, publicada en mayo, tiene como fecha límite de aprobación o rechazo el 8 de septiembre. De no concretarse la votación, el impuesto volverá a cobrarse a partir del 9 de septiembre. Bajo las nuevas reglas, el ministro de Hacienda tendría la facultad de alterar las alícuotas de importación de remesas postales internacionales, pudiendo reducirlas a cero para compras de hasta 50 dólares. Según se informa, ya existe un acuerdo entre Lula, el presidente de la Cámara Hugo Motta (Republicanos-PB) y Davi Alcolumbre para concretar el fin de esta tasa. Se espera que la comisión responsable vote el tema el martes 1 de septiembre y que los plenarios de la Cámara y el Senado lo hagan el miércoles 2.

En materia de seguridad, la PEC de Seguridad Pública también está programada para ser votada en la CCJ del Senado el miércoles 2 de septiembre, tras haber permanecido paralizada durante seis meses. El relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), presentará un informe favorable sin alteraciones respecto al texto de la Cámara para agilizar su promulgación. El presidente Lula ha manifestado que, una vez aprobada la PEC, procederá a la creación del Ministerio de Seguridad Pública.

Finalmente, el Senado Federal tiene pendientes dos proyectos estratégicos para el desarrollo económico y tecnológico. El primero es el Régimen Especial de Tributación para Servicios de Datacenter (Redata), una política destinada a incentivar la instalación de centros de procesamiento de datos en Brasil. Este proyecto, que inicialmente fue una medida provisoria y dejó vencer su plazo en febrero por decisión de Alcolumbre, debería ir directamente al pleno.

El segundo proyecto es la Política Nacional de Minerais Críticos, ya aprobada por la Cámara en mayo. Esta legislación busca atraer inversiones nacionales mediante un fondo de 5.000 millones de reales. El objetivo es potenciar la extracción de tierras raras y otros elementos esenciales como el litio, el cobalto, el níquel y el grafito, los cuales son fundamentales para la fabricación de semiconductores, paneles solares, turbinas eólicas y baterías de vehículos eléctricos.

Este movimiento legislativo ocurre en un momento donde las actividades parlamentarias habían disminuido debido a que los legisladores priorizaron sus compromisos de campaña. Sin embargo, el retorno de esta semana es decisivo para el gobierno de Lula antes del receso electoral.

Esta nota fue producida por la redacción de Noticias.lat: verificamos la información en fuentes públicas y la reescribimos con nuestro criterio editorial. No republicamos textos de terceros.

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