ÚLTIMA HORA

Cobertura 24 h · Redacción propia · domingo, 27 de septiembre de 2026 · App oficial en Google Play

Menú

Gleici Damasceno genera debate sobre la lipocavitación: expertos aclaran la diferencia con la cirugía

Gleici Damasceno chamou atenção nas redes sociais ao mostrar o corpo após realizar uma sessão de lipocavitação. Campeã do "BBB 18", a influenciadora compartilhou registros do antes e depois e comentou a diferença que percebeu logo após o atendimento. A publicação também despertou dúvidas sobre o que, de fato, pode mudar no contorno corporal depois de uma sessão. Virginia Fonseca faz laser íntimo após 3 filhos: o que muda na região? Trombofilia: entenda a condição diagnosticada em Tati Zaqui na gravidez "Estou chocada. Gente, juro, vocês não têm noção de como eu estou aqui. Olha só, é quando a gente vê que realmente estava bem inchada", disse. Gleici Damasceno faz lipocavitação: o resultado aparece na hora? Reprodução Instagram Conhecida popularmente como "lipo sem cirurgia", a lipocavitação é um procedimento estético não invasivo que utiliza ondas de ultrassom e pode ser aplicada em áreas de gordura localizada. O objetivo está relacionado à melhora do contorno corporal, mas o nome pelo qual a técnica ficou conhecida pode gerar uma associação equivocada com a lipoaspiração, que é uma cirurgia. Segundo a cirurgiã plástica Alessandra Martinelli, a diferença entre as duas abordagens é importante para evitar expectativas que não correspondam ao que cada uma pode oferecer. "A lipocavitação utiliza energia de ultrassom sobre o tecido subcutâneo e é proposta para áreas de gordura localizada, sem incisões e sem a retirada cirúrgica da gordura. Já na lipoaspiração, o tecido adiposo é aspirado por meio de cânulas. Por isso, chamar o procedimento de ‘lipo sem cirurgia’ facilita a comunicação, mas pode criar a falsa impressão de que os resultados são equivalentes. Não são procedimentos comparáveis em potência, indicação ou resultado", explica. Resultado imediato significa perda de gordura? A diferença visual percebida logo depois de uma sessão também precisa ser analisada com cautela. No caso de Gleici, a própria influenciadora relacionou parte da mudança ao fato de estar "bem inchada". Uma alteração no contorno corporal pode envolver diferentes fatores, e uma imagem feita imediatamente após o atendimento não permite determinar quanto daquele efeito corresponde, de fato, à redução de tecido adiposo. "Quando vemos um antes e depois muito imediato, é importante não concluir automaticamente que toda aquela diferença representa gordura eliminada. Posição, contração muscular, iluminação, edema e retenção de líquidos também podem modificar bastante o contorno corporal. A avaliação do resultado de qualquer tratamento precisa respeitar o mecanismo da técnica e o tempo necessário para a resposta do organismo", pondera Dra. Alessandra. A médica também destaca que procedimentos voltados ao contorno corporal não têm como finalidade tratar obesidade ou substituir estratégias indicadas para perda de peso. Quando há necessidade de emagrecimento, a abordagem deve levar em conta as condições de saúde e as necessidades de cada paciente. Quanto tempo leva para se recuperar? A ausência de cortes é um dos aspectos que diferenciam a lipocavitação de uma cirurgia. Dependendo do equipamento utilizado e das características de cada paciente, o retorno às atividades tende a ocorrer em pouco tempo. "Por ser uma técnica não cirúrgica, geralmente não existe aquele pós-operatório clássico de uma lipoaspiração, com afastamento prolongado das atividades. O paciente pode apresentar vermelhidão, sensibilidade ou algum desconforto temporário na região tratada, mas a recuperação costuma ser mais simples. Isso não significa, porém, que seja um procedimento banal ou que possa ser realizado sem avaliação adequada", ressalta Dra. Alessandra. Procedimento não invasivo também tem riscos Não haver cirurgia não significa que a técnica seja isenta de contraindicações ou possíveis complicações. A segurança depende de fatores como o equipamento empregado, os parâmetros utilizados, a área tratada, as condições clínicas do paciente e a capacitação do profissional responsável. Entre os possíveis efeitos adversos estão dor, vermelhidão, edema, sensibilidade local e alterações na pele. O uso inadequado de equipamentos que fornecem energia aos tecidos também pode provocar complicações mais importantes. "O erro é imaginar que, porque não existe bisturi, qualquer pessoa pode fazer e qualquer paciente pode receber o tratamento. Antes de indicar uma tecnologia para redução de gordura ou melhora do contorno corporal, é preciso avaliar a região, a quantidade e distribuição de gordura, a qualidade da pele, o histórico de saúde e entender se aquela técnica realmente é capaz de entregar o que o paciente procura", alerta Dra. Alessandra. A presença cada vez maior de procedimentos estéticos nas redes sociais também faz com que antes e depois compartilhados por celebridades despertem curiosidade sobre essas técnicas. Para a cirurgiã plástica, no entanto, uma experiência individual não deve ser tomada como referência para decidir por um tratamento. "Um resultado publicado nas redes pode despertar curiosidade, mas não determina se aquele procedimento é adequado para outra pessoa. A melhor tecnologia não é necessariamente a que está viralizando, mas aquela que possui indicação correta para o problema que queremos tratar, com expectativas realistas e segurança", conclui.

Audionoticia

Escucha el reporte completo

Gleici Damasceno genera debate sobre la lipocavitación: expertos aclaran la diferencia con la cirugía

La influenciadora y campeona del programa "BBB 18", Gleici Damasceno, ha captado la atención de sus seguidores en las redes sociales tras compartir los resultados de una sesión de lipocavitación. A través de registros de "antes y después", la personalidad mostró los cambios en su contorno corporal, comentando la notable diferencia que percibió inmediatamente después del procedimiento. Esta publicación no solo generó interacción, sino que también despertó diversas dudas sobre el alcance real de este tratamiento y qué puede cambiar efectivamente en el cuerpo tras una sola sesión.

En sus declaraciones, Damasceno expresó su asombro ante los resultados obtenidos. "Estoy chocada. Gente, juro, no tienen noción de cómo estoy aquí. Miren, es cuando nos damos cuenta de que realmente estaba muy hinchada", comentó la influenciadora, vinculando la mejora visual a la reducción de la inflamación.

La lipocavitación es conocida popularmente como "lipo sin cirugía". Se trata de un procedimiento estético no invasivo que emplea ondas de ultrasonido aplicadas en zonas con grasa localizada con el objetivo de mejorar el contorno corporal. Sin embargo, el uso de este nombre coloquial puede provocar confusiones peligrosas, ya que puede asociarse erróneamente con la lipoaspiración, que es una intervención quirúrgica.

Sobre este punto, la cirujana plástica Alessandra Martinelli advierte que es fundamental distinguir ambas abordajes para evitar que los pacientes desarrollen expectativas irreales. Según la especialista, la lipocavitación utiliza energía de ultrasonido sobre el tejido subcutáneo en áreas de grasa localizada, sin requerir incisiones ni la extracción quirúrgica de la grasa. Por el contrario, la lipoaspiración implica que el tejido adiposo sea aspirado mediante el uso de cánulas.

La Dra. Martinelli explica que, aunque llamar al procedimiento "lipo sin cirugía" facilita la comunicación comercial y social, puede crear la falsa impresión de que los resultados son equivalentes. Enfatiza que no son procedimientos comparables ni en potencia, ni en indicación, ni en el resultado final que ofrecen al paciente.

Otro punto crítico analizado por la experta es la percepción de los resultados inmediatos. En el caso de Gleici Damasceno, la propia influenciadora relacionó el cambio con el hecho de haber estado "muy hinchada". La cirujana advierte que cualquier alteración visual percibida justo después de una sesión debe analizarse con cautela, ya que no se puede determinar cuánto de ese efecto corresponde realmente a la reducción del tejido adiposo.

Según la Dra. Martinelli, cuando se observan cambios inmediatos en fotografías de "antes y después", no se debe concluir automáticamente que se ha eliminado grasa. Factores como la posición del cuerpo, la contracción muscular, la iluminación, el edema y la retención de líquidos pueden modificar significativamente el contorno corporal en el momento de la foto. Por ello, la evaluación de cualquier tratamiento debe respetar el mecanismo de la técnica y el tiempo que el organismo necesita para responder.

Asimismo, la médica subraya que los procedimientos destinados al contorno corporal no tienen como finalidad el tratamiento de la obesidad ni deben sustituir las estrategias médicas indicadas para la pérdida de peso. En los casos donde sea necesario un emagrecimiento, el abordaje debe basarse en las condiciones de salud específicas y las necesidades individuales de cada paciente.

En cuanto a la recuperación, la ausencia de cortes es la principal diferencia con la cirugía. El retorno a las actividades cotidianas suele ser rápido, dependiendo del equipo utilizado y las características del paciente. A diferencia de la lipoaspiración, no existe un postoperatorio clásico con afastamiento prolongado, aunque el paciente puede experimentar sensibilidad, enrojecimiento o incomodidad temporal en la zona tratada.

No obstante, la Dra. Martinelli recalca que ser un procedimiento no invasivo no significa que sea banal o esté exento de riesgos. La seguridad del paciente depende estrictamente de la capacitación del profesional, los parámetros utilizados, el equipo empleado y las condiciones clínicas de quien recibe el tratamiento. Entre los posibles efectos adversos se encuentran el edema, la sensibilidad local, el dolor, la rojez y alteraciones en la piel. El uso inadecuado de tecnologías que suministran energía a los tejidos puede derivar en complicaciones más graves.

Finalmente, la especialista alerta sobre el impacto de las redes sociales en la toma de decisiones sobre la salud. Aunque los resultados compartidos por celebridades despierten curiosidad, una experiencia individual no debe servir como referencia para elegir un tratamiento. La Dra. Martinelli concluye que la mejor tecnología no es la que se vuelve viral, sino aquella que tiene la indicación correcta para el problema específico del paciente, siempre acompañada de expectativas realistas y seguridad médica.

Esta nota fue producida por la redacción de Noticias.lat: verificamos la información en fuentes públicas y la reescribimos con nuestro criterio editorial. No republicamos textos de terceros.

Cobertura en Video