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Investigan Desafío del iPhone en Brasil por riesgos a la salud

'Desafio do iPhone': o que está por trás de 'reality show' que virou caso de polícia em SP A realização do 'Desafio do iPhone' em Piracicaba (SP), 'prova de resistência' sem autorização do Ministério da Fazenda em troca de um iPhone 17, pode resultar em punições administrativas para as empresas organizadoras, informou a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do órgão federal. Segundo a SPA, há uma investigação aberta para apurar o caso, que também virou alvo de inquérito da Polícia Civil de São Paulo sob a suspeita de colocar em risco a vida dos competidores. O que foi o desafio: uma competição de resistência que durou 52 horas, entre a manhã de sábado (10) e segunda-feira (12). Cerca de 30 participantes precisavam ficar em pé com as mãos na lataria de uma caminhonete; ganhava um iPhone 17 quem aguentasse mais tempo sem dormir e retirar as mãos (saiba mais abaixo). 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Segundo a Subsecretaria de Fiscalização da SPA, caso as lojas IPlanet e Speedmob, responsáveis pelo evento, sejam punidas ao fim do processo administrativo que investiga o evento, elas estarão sujeitas às seguintes penalidades: Advertência; Cassação da autorização; Proibição de realizar novas promoções por até dois anos; Multa de até 100% do valor total de todos os prêmios que foram oferecidos na dinâmica. Pessoas com as mãos em veículo durante participação no 'Desafio iPhone', promoção irregular e investigada pela polícia em Piracicaba Alerta Piracicaba/Reprodução Para realizar qualquer distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda, o que engloba sorteios, vale-brindes, concursos ou operações semelhantes, é obrigatório obter autorização prévia junto à SPA. O órgão federal ressaltou que provas iguais ao 'Desafio do iPhone' exige diretrizes rígidas de segurança para resguardar a integridade física dos participantes, como limite de duração estabelecido, termo de compromisso e a presença de uma equipe médica ou de emergência, como o Corpo de Bombeiros, fixa no local. O desafio promovido em Piracicaba não contava com equipe médica de suporte nem limite de tempo para a prova. O Ministério da Fazenda reforçou que, antes da participação em sorteios e ações do tipo, é possível verificar todas as promoções autorizadas por meio da consulta pública, no próprio site do órgão. Já de acordo com a prefeitura do município, o estabelecimento comercial possui alvará de funcionamento regular, mas não solicitou licença para a realização do evento de resistência. A administração municipal informou que o representante apresentou apenas uma autodeclaração de evento de baixo risco, liberada exclusivamente para o sábado (10), entre 10h e 22h. O que diz a organização do evento Em nota, o organizador do evento e proprietário das lojas, Lucas Barbosa, afirmou que a Prefeitura de Piracicaba expediu uma autorização para instalação temporária vinculada ao evento, sob o processo municipal nº 171.114/2026. Ele declarou ainda que permanece à disposição das autoridades competentes para prestar os esclarecimentos que forem solicitados. Relembre o caso 'Reality show' feito por loja de celulares foi transmitido por perfil nas redes sociais Reprodução/Redes Sociais O "Desafio do iPhone" foi uma ação de propaganda promovida de forma conjunta por uma loja de celulares e uma de motos elétricas na Avenida Armando de Salles Oliveira. Cerca de 30 participantes competiram em pé, ao redor de uma caminhonete, com as mãos encostadas na lataria do veículo. Pelas regras da dinâmica, que foi transmitida pelas redes sociais, vencia quem resistisse por mais tempo sem retirar as mãos ou dormir. Ao longo do desafio, o acesso ao banheiro foi liberado apenas uma vez, sob o limite de três minutos, após votação entre os próprios competidores. O acesso à água e comida era liberado de acordo com a vontade de Lucas Barbosa. A maratona começou na manhã de sábado e terminou na segunda-feira, totalizando 52 horas de duração. A influenciadora digital Laís Lima foi a vencedora e levou o prêmio principal, um iPhone 17 Pro Max. O segundo colocado, o vendedor Nilson Sousa, de 25 anos, permaneceu na disputa pelas 52 horas e precisou ser socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) logo após deixar a prova por ter atingido o seu limite físico. Ele foi levado a uma unidade de saúde, onde recebeu tratamento com soro e hidratação A Polícia Civil abriu uma investigação para apurar o ocorrido. O caso foi registrado como "perigo para a vida ou saúde de outrem" e cita também a participação de um adolescente de 17 anos na dinâmica de resistência. Apesar das dificuldades físicas e psicológicas, os competidores citaram gratidão pela participação, afirmaram que o desafio proporcionou novas amizades e oportunidades para a realização de sonhos e necessidades pessoais. Confira os relatos completos na reportagem abaixo: Samu, 52h de duração e iPhone 17 como prêmio: o que está por trás de 'reality show' improvisado que virou caso de polícia em SP Pessoas com as mãos em veículo durante participação no 'Desafio iPhone', promoção irregular e investigada pela polícia; Lucas Barbosa segura prêmios do desafio Alerta Piracicaba e Reprodução/Redes Sociais VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba

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Investigan Desafío del iPhone en Brasil por riesgos a la salud

¿Hasta dónde llegarías por un teléfono nuevo? En Piracicaba, Brasil, una promoción publicitaria llamada el "Desafío del iPhone" ha terminado en una investigación policial y administrativa.

Las tiendas IPlanet y Speedmob organizaron una prueba de resistencia extrema que se prolongó durante 52 horas. Un grupo de aproximadamente 30 personas debía permanecer de pie con las manos apoyadas en la carrocería de una camioneta. La regla era estricta: ganaba el iPhone 17 Pro Max quien resistiera más tiempo sin dormir y sin retirar las manos del vehículo.

Lo que comenzó como un espectáculo transmitido en redes sociales terminó en graves irregularidades. La Secretaría de Premios y Apuestas del Ministerio de Hacienda informó que el evento no contaba con la autorización federal obligatoria para distribuir premios. Además, el organismo resaltó que este tipo de pruebas requieren directrices rígidas de seguridad, como un límite de tiempo establecido y la presencia fija de equipo médico o bomberos, elementos que estuvieron ausentes en Piracicaba.

La situación alcanzó un punto crítico cuando uno de los competidores, tras 52 horas de disputa, tuvo que ser socorrido por una ambulancia del SAMU y trasladado a un hospital para recibir hidratación y suero. Debido a esto, la Policía Civil abrió una investigación por "peligro para la vida o salud de otros", destacando que incluso un adolescente de 17 años participó en la dinámica.

Mientras la alcaldía municipal afirma que solo se autorizó una actividad de bajo riesgo para el sábado, el evento se extendió hasta el lunes. El organizador, Lucas Barbosa, asegura haber contado con una autorización municipal para la instalación temporal y se ha puesto a disposición de las autoridades para brindar las aclaraciones solicitadas.

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