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miércoles, 28 de octubre de 2026

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Detienen al verdadero responsable de ataque contra indígena en Paraná
Sucesos4 de septiembre

Detienen al verdadero responsable de ataque contra indígena en Paraná

Homem é preso suspeito de esfaquear indígena Polícia Civil do Paraná Um homem foi preso na quarta-feira (2), em Guaíra, no Oeste do Paraná, suspeito de esfaquear um indígena cerca de 60 vezes. A vítichegou a ficar internada em estado grave, na ala vermelha de um hospital de Toledo, mas se recuperou e teve alta. Segundo o delegado Ildelúcio Oliveira Melo, a prisão aconteceu uma semana depois que dois indígenas, presos a partir de uma falsa acusação logo após o crime, foram soltos. De acordo com a Polícia Civil, o novo suspeito confessou o ataque. Nenhum dos envolvidos teve a identidade revelada. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp O crime ocorreu na madrugada de 10 de agosto, perto da Aldeia Tekoha Mirim. A vítima foi encontrada gravemente ferida na Estrada da Faixinha e socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A polícia investiga a motivação do ataque contra a vítima. Agora no g1 Leia também: Novo morador: moradora volta de viagem, encontra ninho de urubu e descobre que não pode 'expulsá-lo' Resgate: Trabalhadores são resgatados depois de serem soterrados em construção de prédio no Paraná Tráfico de pessoas: cinco pessoas são denunciadas por tentar matar testemunhas Inocentes foram presos após depoimento de cacique e testemunhas Logo depois do ataque, a polícia prendeu dois indígenas da aldeia. A prisão aconteceu porque o cacique — líder da comunidade indígena — apontou os dois como responsáveis e confirmou a acusação em depoimento à Justiça. Outros três indígenas também deram depoimentos que reforçavam a suspeita. Com base nesses relatos e em roupas apreendidas como possíveis provas, a polícia prendeu um dos suspeitos em flagrante e pediu a prisão preventiva do outro, que foi autorizada pela Justiça. A situação mudou quando a vítima recebeu alta do hospital e foi ouvida pela polícia, em Toledo. Ela negou que os dois indígenas presos tivessem qualquer participação no ataque. Assim que soube da nova versão, o delegado Ildelúcio Oliveira Melo pediu ao Ministério Público que as prisões fossem revogadas. Os dois homens foram soltos. Vítima ajudou a identificar os verdadeiros suspeitos Após se recuperar, a vítima passou à polícia informações sobre quem realmente teria cometido o crime. A partir desses dados, os investigadores localizaram dois homens e os prenderam uma semana depois. Um deles confessou o crime em detalhes durante o interrogatório. Segundo o delegado, o motivo teria sido uma discussão durante um momento em que os dois bebiam na aldeia. Como não foi flagrado no momento do crime, o suspeito chegou a ser liberado após o depoimento. Mas, com o pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público, ele acabou preso pela Polícia Civil nesta quarta-feira. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.

Desarticulan red que reclutaba adolescentes para el narcotráfico en la frontera Brasil-Uruguay
Seguridad4 de septiembre

Desarticulan red que reclutaba adolescentes para el narcotráfico en la frontera Brasil-Uruguay

Grupo usava redes sociais para recrutar adolescentes para o tráfico na fronteira A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (4), uma operação em Santana do Livramento, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, para desarticular um grupo criminoso suspeito de recrutar jovens e adolescentes para o tráfico de drogas. Até a última atualização desta reportagem, nove pessoas haviam sido presas. Batizada de Operação Criminal Influencer, a ação cumpriu 14 mandados de busca e apreensão. Também foram realizadas buscas nas penitenciárias de Santana do Livramento e de Rio Grande. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo as investigações, um dos chefes do grupo, mesmo preso, aliciava os jovens para distribuir entorpecentes de forma simultânea em Santana do Livramento, no Brasil, e em Rivera, no Uruguai. Os investigados usavam as redes sociais para chamar os jovens. O delegado responsável pela operação, Adriano Linhares, explicou o funcionamento do esquema. Segundo ele, um dos suspeitos é um traficante mais velho, já preso, funcionava como uma espécie de "influenciador" que recrutava jovens para o grupo através das redes sociais: "Um grupo que é de uma geração de traficantes que já foram presos. Do sistema prisional, segregado, ele aliciou um grupo de jovens aqui fora, adolescentes e pessoas de 18 a 25 anos", afirma o delegado. Além do tráfico, a Polícia Civil investiga a participação dos alvos da operação em homicídios ocorridos recentemente na região da Fronteira da Paz, que liga o Brasil ao Uruguai. Grupo usava redes sociais para recrutar adolescentes para o tráfico na fronteira Rodrigo Evaldt/RBS TV VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fachin unifica investigación sobre conflicto entre ministros del STF
Política / Judicial4 de septiembre

Fachin unifica investigación sobre conflicto entre ministros del STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu retirar do inquérito das fake news a petição em que o ministro Alexandre de Moraes solicita a investigação do colega André Mendonça. Com o despacho proferido nesta sexta-feira (4), Fachin unificou os questionamentos mútuos entre os magistrados em um procedimento público e de trâmite direto sob a responsabilidade da Presidência da Corte. A medida impõe prazos para manifestação antes de qualquer deliberação sobre o prosseguimento das acusações. A Procuradoria-Geral da República (PGR) terá cinco dias úteis para apresentar parecer sobre os apontamentos de Moraes. Concluída essa etapa, abre-se o mesmo prazo para a defesa de Mendonça. Por conta do feriado de 7 de Setembro, o cronograma para as respostas pode se estender até o dia 21, salvo manifestação antecipada das partes. Instrução sem julgamento de mérito Ao avocar a condução do caso, Fachin ressaltou que as determinações possuem caráter estritamente instrutório. O objetivo é examinar a admissibilidade e a regularidade formal do pedido formulado por Moraes antes de decidir se arquiva a petição ou se submete a matéria ao plenário do tribunal. “ As providências ora determinadas destinam-se exclusivamente à instrução do feito, sem antecipação de juízo quanto à admissibilidade, à regularidade do procedimento ou ao mérito das imputações “, registrou o presidente no despacho. A decisão também atende a uma posição histórica de Fachin, crítico da manutenção continuada do inquérito das fake news, instaurado em 2019 pelo então presidente Dias ToffolI, e favorável ao encerramento da tramitação dessa investigação no tribunal. Escalação da crise institucional O embate na Suprema Corte atingiu ponto crítico na terça-feira (1o), quando Mendonça, relator do processo do Banco Master, retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal. O documento reuniu 51 mensagens trocadas entre o empresário Daniel Vorcaro e interlocutores, citando suspostos contatos com Moraes. Na quinta-feira (3), Moraes reagiu ao peticionar a abertura de investigação contra Mendonça. No documento enviado a Fachin, sustentou a presença de “f ortes indícios ” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade, acusando o colega de perda de imparcialidade e direcionamento político na condução das operações Compliance Zero e Sem Desconto. Próximos passos e validação legal Paralelamente, a PGR já havia questionado a validade dos procedimentos que deram origem ao relatório divulgado por Mendonça. O procurador-geral Paulo Gonet sustentou que investigações direcionadas a membros do Supremo exigem autorização prévia do plenário e não podem ser instauradas de ofício por um único ministro. Caberá a Fachin, após o recebimento das manifestações da PGR e de Mendonça, definir a validade jurídica dos relatórios apresentados por ambos os lados e fixar o rito de julgamento do caso no STF. LEIA TAMBÉM: Abusos de Mendonça no caso Master são tão ou ainda mais escancarados que os de Moro na Lava Jato Mendonça expôs desejo pessoal de derrubar Gonet e Andrei Rodrigues por questões políticas, revela PF Fachin dá prazo para que ministros, PGR e PF se manifestem sobre conduta em investigações

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