ÚLTIMA HORA

Cobertura 24 h · Redacción propia · lunes, 28 de septiembre de 2026 · App oficial en Google Play

Menú

Análisis del precio de la picanha en Brasil: Comparativa entre administraciones

Os preços da picanha seguiram em alta para o consumidor no acumulado do terceiro governo Lula (PT), mas o ritmo de aumento ficou menor do que o observado no mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). É o que sinalizam dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) compilados pelo economista Fábio Romão, da consultoria 4intelligence, a pedido da Folha. O consumo do corte nobre de carne bovina virou tema de embate político a partir das eleições de 2022. Em agosto daquele ano, Lula disse que o povo teria de "voltar a comer um churrasquinho, a comer uma picanha e tomar uma cervejinha". A declaração ocorreu em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo. Segundo os dados do IPCA levantados por Romão, a picanha acumulou inflação de 7,8% de janeiro de 2023 a agosto de 2026. O intervalo abrange os 44 primeiros meses da gestão petista. Não há dados disponíveis de 2019, primeiro ano do mandato do ex-presidente, porque a picanha passou a integrar o cálculo do IPCA somente em janeiro de 2020. No geral, o preço da carne subiu 32,4% em 2019. Em 2020, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) fez a atualização mais recente da cesta de bens e serviços pesquisada no índice. No entanto, a alta acumulada da picanha havia sido de 33,4% no período de janeiro de 2020 a agosto de 2022, às vésperas da última eleição, e de 38% no intervalo de janeiro de 2020 a dezembro de 2022, último mês do governo Bolsonaro. OFERTA IMPACTA INFLAÇÃOApesar de a discussão ter virado política em um país polarizado, o comportamento dos preços da picanha reflete questões econômicas dos últimos anos, e não decisões de governos, aponta Romão. Ele afirma que a oferta maior ajudou a conter a inflação de alimentos, inclusive da carne, no terceiro mandato de Lula. Em 2025, o Brasil abateu 42,9 milhões de cabeças de bovinos sob serviços de inspeção sanitária, recorde de uma série histórica iniciada em 1997, indicou...

Audionoticia

Escucha el reporte completo

Análisis del precio de la picanha en Brasil: Comparativa entre administraciones

¿Qué ha pasado realmente con el precio de la picanha en Brasil? Este corte de carne, que se transformó en un eje del debate político durante las elecciones de 2022, vuelve a generar análisis debido a su impacto en el bolsillo del consumidor.

Según datos del IPCA, compilados por el economista Fábio Romão de la consultoría 4intelligence para el diario Folha, los precios de la picanha han seguido subiendo durante el tercer gobierno de Lula, pero a un ritmo menor que en la gestión de Jair Bolsonaro.

Específicamente, entre enero de 2023 y agosto de 2026, la picanha registró una inflación acumulada del 7,8% durante los primeros 44 meses de la administración petista. En comparación, durante el mandato de Bolsonaro, el incremento fue mucho más pronunciado: entre enero de 2020 y diciembre de 2022, la alta acumulada alcanzó el 38%. Cabe aclarar que no existen datos específicos de 2019, ya que la picanha se integró al cálculo del IPCA recién en enero de 2020.

Este tema cobró relevancia electoral cuando, en agosto de 2022, Lula afirmó en una entrevista que el pueblo tendría que "volver a comer un churrasquinho, a comer una picanha y tomar una cervejinha".

No obstante, el análisis técnico sugiere que el comportamiento de los precios no responde a decisiones gubernamentales, sino a factores económicos. Romão señala que una mayor oferta ha sido clave para contener la inflación de los alimentos. De hecho, en 2025, Brasil alcanzó un récord en el sacrificio de bovinos, con 42,9 millones de cabezas bajo servicios de inspección sanitaria, la cifra más alta desde que se inició la serie en 1997.

Siguenos en Noticias lat para más noticias.

Esta nota fue producida por la redacción de Noticias.lat: verificamos la información en fuentes públicas y la reescribimos con nuestro criterio editorial. No republicamos textos de terceros.