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¡Guerra Total en Oriente Medio! El Mundo al Borde del Caos Energético

Israel lançou nesta segunda-feira (23) uma nova onda de ataques contra o Irã, que ameaçou adotar medidas de retaliação contra infraestruturas de energia no Oriente Médio, em uma guerra que levou o mundo à pior crise energética em décadas. A imprensa iraniana relatou explosões em Teerã depois que Israel anunciou uma "onda de ataques" contra a capital iraniana, enquanto Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos também interceptaram mísseis e drones. Pelo menos 40 "infraestruturas energéticas na região estão gravemente ou muito gravemente danificadas ao longo de nove países" do Oriente Médio, afirmou o diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol. Teerã respondeu aos ataques com mísseis e drones contra Israel e os países do Golfo, atingindo instalações de energia e embaixadas dos Estados Unidos. Também interrompeu o trânsito pelo Estreito de Ormuz, por onde, antes da guerra, passava 20% da produção mundial de hidrocarbonetos. O presidente americano, Donald Trump, ameaçou destruir as centrais de energia do Irã se o estreito não for reaberto em 48 horas, no momento em que o preço do petróleo é negociado ao redor de 100 dólares por barril. O ultimato de Trump terminaria às 23h44 GMT (20h44 de Brasília) desta segunda-feira, madrugada de terça-feira em Teerã. Em resposta ao ultimato, o presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Bagher Ghalibaf, prometeu que as infraestruturas do Oriente Médio seriam consideradas "alvos legítimos" e seriam "destruídas irreversivelmente" se Trump cumprir a ameaça. Por sua vez, o diretor da AIE afirmou que o mundo perde 11 milhões de barris de petróleo por dia, ou seja, mais do que o volume diário eliminado durante as duas crises do petróleo consecutivas da década de 1970. "Nenhum país ficará imune aos efeitos desta crise se ela continuar avançando nessa direção", declarou Birol a jornalistas durante um evento na Austrália. "A economia mundial enfrenta uma ameaça muito, muito grave, e espero sinceramente que o problema seja resolvido rapidamente", afirmou. Pedágio no Estreito de Ormuz Nesta segunda-feira, as Bolsas asiáticas fecharam em quedas expressivas (Tóquio perdeu 3,47% e Seul recuou 6,5%), enquanto os preços do petróleo operavam em alta: o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, subia 1,66%, a 99,86 dólares, e o barril de Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, avançava 0,7%, a 112,98 dólares. Nos últimos dias, o Irã permitiu a navegação de alguns navios de países que considera amigos pelo Estreito de Ormuz e advertiu que impediria a passagem de embarcações de nações que, na visão de Teerã, se uniram à "agressão" contra a República Islâmica. O Parlamento iraniano examina a possibilidade de impor a cobrança de pedágio aos navios que cruzam o estreito. Ghalibaf afirmou que o tráfego marítimo "não voltará à condição anterior à guerra". Trump, que já anunciou prazos e objetivos diferentes para a guerra, havia afirmado na sexta-feira que pretendia "reduzir" a operação militar na região. No dia seguinte, no entanto, ameaçou as centrais de energia iranianas, o que representaria um agravamento considerável do conflito. Por sua vez, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que a campanha contra o Irã poderá durar bastante tempo. Israel também ampliou a campanha terrestre contra o movimento pró-iraniano Hezbollah no Líbano e advertiu que será uma operação prolongada. "Cidadãos de Israel, teremos mais semanas de combates contra o Irã e o Hezbollah", afirmou o porta-voz militar israelense, o general de brigada Effie Defrin. Israel ordenou a destruição de pontes que seriam utilizadas pelo Hezbollah para atravessar o rio Litani, 30 km ao norte da fronteira. Mais de 1.000 pessoas morreram no Líbano desde o início dos ataques de Israel, segundo o Ministério da Saúde, e mais de um milhão foram deslocadas. O presidente libanês, Joseph Aoun, advertiu que os ataques contra a ponte são "o prelúdio de uma invasão terrestre". Irã ataca Israel O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, responsabilizou o Hezbollah, que arrastou o país para a guerra ao lançar ataques contra Israel após a morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei em bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no início do conflito. "Declararam que esta guerra foi uma retaliação pelo assassinato de Khamenei, então esta guerra nos foi imposta", afirmou Salam ao canal Al Hadath. Israel se orgulha de sua defesa aérea e, tanto Trump como Netanyahu, afirmam que eliminaram áreas militares cruciais do Irã. Mas alguns mísseis iranianos conseguiram contornar a defesa aérea e atingiram no sábado duas cidades do sul de Israel, incluindo Dimona, próxima de instalações nucleares. "Pensávamos que estávamos a salvo", declarou à AFP Galit Amir, 50 anos, moradora de Dimona. "Não esperávamos algo assim". Netanyahu prometeu perseguir "pessoalmente" os comandantes da Guarda Revolucionária iraniana ao inspecionar os danos em Arad, a outra cidade israelense atingida por um míssil iraniano no sábado. O Irã justificou os mísseis lançados contra Dimona como uma "resposta" a um ataque "inimigo" contra um de seus complexos nucleares em Natanz. O Exército israelense afirmou "não ter conhecimento" do ataque contra Natanz. Segundo a Human Rights Activists News Agency (HRANA), uma organização com sede nos Estados Unidos, a guerra teria deixado pelo menos 3.230 mortos no Irã, incluindo 1.406 civis. A AFP não pode verificar de forma independente os números de vítimas no Irã.

¡Guerra Total en Oriente Medio! El Mundo al Borde del Caos Energético

Israel intensifica ataques contra Irán, desencadenando una crisis energética global sin precedentes y amenazando con una escalada bélica de consecuencias devastadoras. La escalada de violencia, iniciada con una nueva ola de ataques israelíes contra territorio iraní, ha provocado una respuesta contundente de Teherán, que ha atacado instalaciones de energía y embajadas en países del Golfo, además de interrumpir el crucial tránsito marítimo por el Estrecho de Ormuz. La situación ha sumido al mundo en la peor crisis energética en décadas, con el precio del petróleo disparado y la economía global al borde del colapso.

La prensa iraní reporta explosiones en Teherán tras el anuncio de Israel de una “ola de ataques” contra la capital. Arabia Saudita y Emiratos Árabes Unidos también han interceptado misiles y drones, evidenciando la rápida expansión del conflicto. Según la Agencia Internacional de Energía (AIE), al menos 40 infraestructuras energéticas en nueve países de Oriente Medio han sufrido daños graves o muy graves.

La respuesta iraní no se ha hecho esperar. Mísiles y drones han sido lanzados contra Israel y los países del Golfo, impactando instalaciones de energía y embajadas estadounidenses. La interrupción del tráfico por el Estrecho de Ormuz, por donde transitaba el 20% de la producción mundial de hidrocarburos antes de la guerra, ha exacerbado la crisis energética.

El presidente estadounidense, Donald Trump, ha elevado la tensión al máximo al amenazar con destruir las centrales de energía de Irán si el Estrecho de Ormuz no es reabierto en 48 horas. Este ultimátum, que expira a las 20:44 hora de Brasilia de este lunes, ha provocado una reacción inmediata del Parlamento iraní, cuyo presidente, Mohamad Bagher Ghalibaf, ha advertido que las infraestructuras de Oriente Medio serán consideradas “alvos legítimos” y “destruidas irreversiblemente” si Trump cumple su amenaza.

La AIE ha alertado sobre la pérdida de 11 millones de barriles de petróleo diarios, superando la reducción experimentada durante las crisis petroleras de la década de 1970. “Ningún país quedará inmune a los efectos de esta crisis si continúa avanzando en esta dirección”, declaró su director, Fatih Birol, a periodistas en Australia. “La economía mundial enfrenta una amenaza muy, muy grave, y espero sinceramente que el problema se resuelva rápidamente”.

Los mercados financieros han reaccionado con pánico. Las Bolsas asiáticas han cerrado con fuertes caídas (Tóquio perdió un 3,47% y Seúl un 6,5%), mientras que los precios del petróleo se han disparado: el barril de West Texas Intermediate (WTI) se cotiza a 99,86 dólares, y el barril de Brent del Mar del Norte a 112,98 dólares.

Irán ha permitido la navegación de algunos buques pertenecientes a países considerados amigos a través del Estrecho de Ormuz, pero ha advertido que impedirá el paso de embarcaciones de naciones que, en su opinión, se han unido a la “agresión” contra la República Islámica. El Parlamento iraní estudia la posibilidad de imponer un peaje a los buques que crucen el estrecho, afirmando que el tráfico marítimo “no volverá a la condición anterior a la guerra”.

La postura de Trump ha sido errática. Tras anunciar la intención de “reducir” la operación militar en la región, ha amenazado con atacar las centrales de energía iraníes, lo que supondría una escalada significativa del conflicto. El primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, ha declarado que la campaña contra Irán podría prolongarse durante mucho tiempo. Israel ha ampliado su ofensiva terrestre contra el movimiento proiraní Hezbollah en Líbano, advirtiendo que será una operación prolongada.

“Ciudadanos de Israel, tendremos más semanas de combates contra Irán y Hezbollah”, afirmó el general de brigada Effie Defrin, portavoz militar israelí. Israel ha ordenado la destrucción de puentes que podrían ser utilizados por Hezbollah para cruzar el río Litani, situado a 30 km de la frontera.

Más de 1.000 personas han muerto en Líbano desde el inicio de los ataques israelíes, según el Ministerio de Salud, y más de un millón han sido desplazadas. El presidente libanés, Joseph Aoun, ha advertido que los ataques contra los puentes son “el preludio de una invasión terrestre”.

El primer ministro libanés, Nawaf Salam, ha responsabilizado a Hezbollah de arrastrar al país a la guerra al lanzar ataques contra Israel tras la muerte del líder supremo iraní Ali Khamenei en bombardeos de Estados Unidos e Israel al inicio del conflicto. “Declararon que esta guerra fue una retaliación por el asesinato de Khamenei, entonces esta guerra nos fue impuesta”, afirmó Salam al canal Al Hadath.

Israel se enorgullece de su defensa aérea y tanto Trump como Netanyahu afirman haber eliminado áreas militares cruciales de Irán. Sin embargo, algunos misiles iraníes han logrado sortear la defensa aérea y alcanzar dos ciudades del sur de Israel, incluyendo Dimona, cercana a instalaciones nucleares.

“Pensábamos que estábamos a salvo”, declaró Galit Amir, de 50 años, residente de Dimona. “No esperábamos algo así”. Netanyahu ha prometido perseguir “personalmente” a los comandantes de la Guardia Revolucionaria iraní al inspeccionar los daños en Arad, otra ciudad israelí alcanzada por un misil iraní.

Irán ha justificado los misiles lanzados contra Dimona como una “respuesta” a un ataque “enemigo” contra su complejo nuclear en Natanz. El Ejército israelí ha afirmado “no tener conocimiento” del ataque contra Natanz.

Según la Human Rights Activists News Agency (HRANA), una organización con sede en Estados Unidos, la guerra ha causado al menos 3.230 muertos en Irán, incluyendo 1.406 civiles. La AFP no ha podido verificar de forma independiente estas cifras. La situación es extremadamente volátil y el mundo observa con preocupación la escalada de este conflicto que amenaza con sumir a Oriente Medio y a la economía global en el caos.

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