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Sentencian a internamiento psiquiátrico a hombre que mató a su hermano en Campo Grande

Sentença recente da 2ª Vara do Tribunal de Justiça de Campo Grande determinou a aplicação de medida de segurança a Roberto Pereira Murça, 57 anos, que, pouco mais de um ano atrás, matou o irmão, de 60 anos, em uma situação banal. Diagnosticado com esquizofrenia paranoide, o réu será internado por dois anos e sua liberação depois disso dependerá da realização de exame criminológico, a cada ano. Isso quer dizer que, se o laudo do exame indicar que ele não tem condições de viver em sociedade e pode voltar a colocar vidas em risco, ele seguirá em medida de segurança, custodiado em hospital psiquiátrico. O local não foi definido. O crime ocorreu em 15 de setembro de 2025, na Vila Margarida, em Campo Grande, motivado por um "descontentamento com o fato de a vítima não ter atendido ao seu pedido para buscar-lhe um copo d'água", como descreve a sentença. Preso em flagrante, o acusado foi posto em liberdade, diante do quadro de saúde mental, e encaminhado para tratamento em um Caps (Centro de Atendimento Psicossocial). Laudo - Durante o andamento da ação penal, o réu foi submetido a exame de insanidade mental, no qual foi atestado o diagnóstico de esquizofrenia paranoide. Durante as apurações sobre o homicídio, também foi identificado que ele já havia cometido outros atos violentos, em meio a crises derivadas da doença psiquiátrica. Ao definir pela internação, o magistrado Aluízio Pereira dos Santos destacou o artigo 26 do Código Penal, segundo o qual "é isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz...". Tanto o Ministério Público quanto a defesa técnica concordaram com a aplicação da medida de segurança como o melhor caminho. Para as partes, ficou comprovada a inimputabilidade e a periculosidade demonstrada pelo envolvido, agravada pelo fato de o crime ter sido cometido contra um irmão maior de 60 anos e pelo histórico de "atos violentos contra outros integrantes da família em razão da patologia psiquiátrica".

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Sentencian a internamiento psiquiátrico a hombre que mató a su hermano en Campo Grande

¿Puede un simple vaso de agua ser el detonante de una tragedia? En Campo Grande, un hecho banal terminó en un crimen fratricida que ahora llega a una resolución judicial.

Roberto Pereira Murça, de 57 años, ha sido sentenciado por la 2ª Vara del Tribunal de Justicia tras matar a su hermano, de 60 años, en la Vila Margarida. De acuerdo con la sentencia, el crimen ocurrió el 15 de septiembre de 2025 y fue motivado por el descontento del acusado ante el hecho de que la víctima no atendió su pedido de buscarle un vaso de agua.

Tras ser detenido en flagrante, Murça fue puesto en libertad inicialmente para recibir tratamiento en un Centro de Atendimento Psicossocial debido a su estado de salud mental. Posteriormente, un examen de insania mental confirmó un diagnóstico de esquizofrenia paranoide.

Ante este cuadro, el magistrado Aluízio Pereira dos Santos aplicó el artículo 26 del Código Penal, el cual establece que es isento de pena el agente que, por enfermedad mental o desarrollo mental incompleto o retardado, sea enteramente incapaz al momento de la acción. En consecuencia, se determinó su internamiento en un hospital psiquiátrico por un periodo de dos años.

Es fundamental señalar que su liberación no será automática. El sentenciado deberá someterse a un examen criminológico cada año. Si el informe indica que aún representa un riesgo para la sociedad o que no posee las condiciones necesarias para convivir en ella, seguirá bajo medida de seguridad y custodiado en el centro psiquiátrico.

Tanto el Ministerio Público como la defensa técnica acordaron que este era el camino correcto, dada la peligrosidad demostrada y el historial de actos violentos del acusado contra otros miembros de su familia a causa de su patología psiquiátrica.

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