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jueves, 29 de octubre de 2026

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ALERTA: Tiroteo interrumpe cena de la Casa Blanca
politica26 de abril

ALERTA: Tiroteo interrumpe cena de la Casa Blanca

Donald Trump falou com jornalistas após o evento ser interrompido por sons de tiros | Foto: Reprodução/Vídeo O presidente Donald Trump disse que o motivo do ataque durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca ainda não está claro e definiu o autor dos disparos como "lobo solitário". Segundo a imprensa americana, trata-se de Cole Tomas Allen, 31, de Torrance, cidade no estado da Califórnia.O republicano afirmou que o atirador foi detido e que um agente do Serviço Secreto foi ferido, mas sobreviveu. O jantar ocorria no hotel Washington Hilton, na capital americana."Eles [Serviço Secreto] acreditam que ele era um lobo solitário e eu acredito nisso também", disse Trump. O presidente falou a jornalistas após o evento ser interrompido por sons de tiros na noite deste sábado (25). Trump e a primeira-dama Melania Trump foram retirados às pressas do jantar.O homem estava em uma área de triagem no hotel, não dentro do salão onde a festa ocorria. Uma foto do atirador detido foi publicada pelo presidente na rede Truth Social, assim como um vídeo de câmeras de segurança do hotel."É sempre um choque quando isso acontece. Eu ouvi um barulho, eu achei que era uma bandeja caindo. E era bem longe, ele não chegou na área, mas era uma arma", narrou. Trump já foi atingido de raspão por uma bala em uma tentativa de assassinato durante um comício em julho de 2024 em Butler, no estado da Pensilvânia.Perguntado se ele seria o alvo do atirador, o presidente disse: "Eu acho que era [o alvo]. Essas pessoas são loucas. Tinha muitas pessoas no salão, ele teria que percorrer um longo caminho"."É uma profissão perigosa. Eu vivo uma vida normal considerando que é uma vida perigosa", disse o presidente. Ele afirmou também que não acha que a tentativa de ataque esteja ligada à guerra no Irã.Jeffery W. Carroll, chefe da polícia de Washington, afirmou que o homem estava carregando uma escopeta, um revólver e diversas facas. Ele não teria sido ferido, mas foi levado para um hospital para passar por uma avaliação médica.Carroll também contou que autoridades acreditam que o suspeito estava hospedado no hotel do evento, mas que a investigação ainda está no começo.A gravação publicada por Trump mostra o homem correndo e disparando, tentando passar pela segurança, e sendo bloqueado por diversos agentes.O jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA, na sigla em inglês) é realizado todos os anos no fim de abril. Nele comparecem centenas de jornalistas e executivos de imprensa com seus convidados do mundo político e econômico, para arrecadar fundos para bolsas de estudo e prêmios.Trump, ao contrário de todos os seus predecessores desde a década de 1920, sempre havia faltado no evento na condição de presidente, com exceção da festa deste sábado.Segundo Trump, as forças de segurança solicitaram que todos saíssem do local da festa. Ele disse ter pedido para continuar no jantar, porém, teria sido orientado pelo Serviço Secreto a deixar o hotel.O evento com os jornalistas será reagendado dentro de 30 dias, anunciou o presidente.

Menta en Casa: Evita Estos Errores Comunes
salud26 de abril

Menta en Casa: Evita Estos Errores Comunes

Hortelã em vaso dura mais quando recebe boa drenagem, rega sem exagero, luz adequada, poda regular e substrato rico em nutrientes. 136 caracteres O post Conselhos para famílias que cultivam hortelã em vasos pequenos apareceu primeiro em Catraca Livre .

DATA CENTERS: ¿Oportunidad o Nueva Dependencia Tecnológica?
economia26 de abril

DATA CENTERS: ¿Oportunidad o Nueva Dependencia Tecnológica?

Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas A corrida global pela infraestrutura da inteligência artificial (IA) está redesenhando o mapa da economia digital. À medida que empresas como Microsoft, Google e Amazon expandem seus gigantescos data centers, países do Sul Global tornam-se peças estratégicas — oferecendo território, energia e incentivos fiscais em troca de promessas de investimento. 📩 Assine a newsletter do Guia de Compras do g1 com testes e dicas de tecnologia Argentina e Brasil despontam como novos polos desse movimento, mas o modelo adotado tende a aprofundar dependências tecnológicas e a comprometer a soberania digital da região. Nos últimos dois anos, anúncios bilionários de novos complexos de computação em nuvem multiplicaram-se. No Brasil, o governo federal e estados como São Paulo e Bahia celebraram a chegada de centros de processamento vinculados a grandes empresas de IA, vistos como símbolos de modernização econômica. Na Argentina, planos semelhantes avançam em zonas industriais próximas de Buenos Aires e Córdoba. ENTENDA: como funciona um data center e por que ele consome tanta água Data center da Meta em Indiana, nos Estados Unidos Divulgação/Meta Lógica da inserção periférica, com pouco aprendizado tecnológico No discurso oficial, trata-se de atrair inovação e posicionar o país na vanguarda tecnológica. Na prática, porém, a lógica predominante é a da inserção periférica: investimentos financiados externamente, com baixa exigência de conteúdo local e poucos efeitos de aprendizado tecnológico. Essa dinâmica repete padrões conhecidos em setores como mineração e energia. A diferença é que agora o “recurso” a ser explorado inclui dados, eletricidade e infraestrutura digital — e sua gestão definirá as próximas décadas da economia global. Data centers de IA demandam volumes colossais de energia e resfriamento. Estudos indicam que a operação de um único complexo pode consumir o equivalente ao abastecimento de uma cidade média. Bolsões de privilégio energético Em países onde o sistema elétrico já é pressionado, como o Brasil e a Argentina, essa demanda compete com a expansão industrial e o consumo residencial. A combinação de incentivos fiscais e tarifas subsidiadas transforma, em muitos casos, essas instalações em “bolsões de privilégio energético”. Outro risco é a crescente assimetria informacional e contratual. Os acordos firmados com multinacionais de tecnologia raramente vêm acompanhados de cláusulas de transparência ou de compartilhamento de benefícios. Os dados processados localmente — inclusive dados públicos e de usuários nacionais — permanecem sob controle de sistemas proprietários sediados no exterior. Assim, reforça-se um modelo em que países hospedeiros fornecem espaço físico e energia, mas não capturam valor intelectual nem econômico significativo. O conceito de soberania digital ajuda a compreender essa armadilha. Ele refere-se à capacidade de um Estado controlar, proteger e direcionar estrategicamente seus dados, infraestruturas e os fluxos de conhecimento que moldam a economia digital. No Brasil, as políticas de transformação digital avançaram de forma fragmentada, sem uma estratégia articulada entre Estado, empresas e universidades. Falta coordenação para usar a presença de grandes corporações como alavanca de fortalecimento tecnológico nacional — por exemplo, exigindo transferência de conhecimento, parcerias com centros de pesquisa ou adoção de padrões de transparência energética e de dados. Há caminhos alternativos. Países da Ásia e da Europa vêm adotando condições regulatórias e de investimento mais exigentes, impondo obrigações ambientais, compromissos de inovação local e limites ao controle estrangeiro sobre dados sensíveis. Na América Latina, Chile e Uruguai já incorporam elementos dessa agenda em suas políticas de transformação digital, associando o acesso a incentivos fiscais à comprovação de benefícios tecnológicos e de sustentabilidade. Para Argentina e Brasil, a janela de oportunidade está aberta, mas não indefinidamente. A atual onda de investimentos em IA ocorre num contexto de reconfiguração geopolítica acelerada — em que a infraestrutura digital se tornou um ativo estratégico comparável às reservas de petróleo ou aos gasodutos do século XX. Quem controla os servidores, a energia e os dados, controla também o ritmo da inovação e a direção do desenvolvimento. Se a região optar por um modelo de mera recepção de capitais e equipamentos, consolidará sua posição como território de processamento — útil para as cadeias globais de IA, mas marginal nos retornos econômicos e no poder decisório. Em contrapartida, políticas coordenadas de soberania digital poderiam transformar a presença de data centers em motor de capacitação técnica, integração produtiva e autonomia tecnológica. Essa escolha, mais do que técnica, é profundamente política: trata-se de decidir se a nova economia digital será construída com ou sobre os países do Sul Global. Armando Alvares Garcia Júnior não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

ADIÓS AL AMOR: Consuelo abandona a Misael en "Três Graças
entretenimiento26 de abril

ADIÓS AL AMOR: Consuelo abandona a Misael en "Três Graças

Na reta final da novela "Três Graças", Consuelo (Viviane Araujo) abandonará Misael (Belo). Mais 'Três Graças': Arminda é presa na reta final da novela Leia também: saiba qual será o final de Lucélia em 'Três Graças' No último capítulo da trama, a manicure conversará com Misael e dirá que não vai ao casamento de Gerluce (Sophie Charlotte) e Paulinho (Rômulo Estrela) com ele. Ela afirmará, ainda, que o amor deles ficou no passado. TV e famosos: se inscreva no canal da coluna Play no WhatsApp Viviane e Misael, então, se abraçarão. Decidida a deixar a Chacrinha, Viviane fará suas malas e irá embora acompanhada por Gilmar (Amaury Lorenzo), que a buscará na casa de Júnior (Guthierry Sotero). O motorista de ônibus dirá que vai levá-la para a felicidade. Os dois se beijarão e seguirão juntos. Galerias Relacionadas Initial plugin text

ALISSON Y EDERSON: ¿RIESGO PARA EL MUNDIAL?
deportes26 de abril

ALISSON Y EDERSON: ¿RIESGO PARA EL MUNDIAL?

Neste domingo, é celebrado no Brasil o Dia do Goleiro, data em homenagem ao aniversário de Manga, ídolo do futebol brasileiro que completaria 89 anos neste 26 de abril — ele morreu no ano passado. Além do tributo ao ex- atleta, a comemoração da posição, a cerca de um mês e meio da Copa do Mundo, neste momento sugere também uma reflexão: quem serão os goleiros da seleção brasileira no Mundial? Ao todo, neste ciclo — desde o fim da Copa de 2022 até hoje —, foram convocados dez jogadores para a posição, sendo que apenas cinco entraram em campo. Já sob o comando de Carlo Ancelotti, cinco nomes foram chamados: Alisson, Ederson, Bento, Hugo Souza e John. Na última data Fifa, inclusive, o técnico italiano indicou que os três goleiros “estão mais ou menos definidos”, e Alisson, Ederson e Bento despontam como os grandes favoritos. Os dois primeiros, contudo, sofrem com um histórico recente de lesões, o que gera dúvidas sobre suas condições físicas para a Copa do Mundo. Infográfico dos goleiros convocados para a seleção brasileira neste ciclo de Copa do Mundo Editoria de Arte Alisson e Ederson se consolidaram como os principais goleiros do Brasil nos últimos anos e disputaram dois últimos Mundiais, em 2018 e 2022 — o jogador do Liverpool foi o titular em ambos. Neste ciclo de Copa do Mundo, porém, eles estiveram juntos em apenas oito dos 35 jogos da seleção brasileira: seis em 2023 e dois em 2024. Uma instabilidade que se agravou nos últimos anos, na visão de Fred Caldeira, repórter correspondente da TNT Sports na Inglaterra. — Infelizmente Alisson vive a segunda temporada consecutiva picotada por lesões musculares, então é essencial ver como ele vai voltar nessa reta final para saber o grau de preocupação que a seleção brasileira precisa ter com o goleiro titular na Copa. Quando jogou, seguiu como um dos principais goleiros do futebol inglês, tanto é que as ausências dele foram um fator para a instabilidade da temporada do Liverpool. Em relação ao Ederson, acompanhei muito pouco desde que ele foi para a Turquia (Fenerbahçe, em 2025). Mas também vive instabilidade física, além de ter falhado recentemente na disputa do título da liga nacional (empate com o Rizespor) — analisou o jornalista que acompanhou de perto Alisson e Ederson no futebol inglês. Das cinco listas de Ancelotti, cada um deles foi convocado três vezes e sofreu um corte por lesão. Ou seja, a dupla só conseguiu estar totalmente à disposição do italiano em duas de cinco datas Fifa. O cenário atual Alisson, aos 33 anos, não joga pela seleção desde setembro de 2025, na derrota por 1 a 0 para a Bolívia, na altitude de El Alto, pelas Eliminatórias. Neste momento, está em reta final de recuperação de uma lesão na posterior da coxa direita e se aproxima da volta aos gramados, segundo Arne Slot, técnico do Liverpool. Já Ederson, de 32 anos, agora no Fenerbahçe após longo período no Manchester City, entra em campo neste domingo no clássico contra o Galatasaray, às 14h (de Brasília), em duelo direto pela liderança do Campeonato Turco. Ele foi o titular do Brasil na derrota por 2 a 1 para a França, na última data Fifa. Apesar do histórico recente, Jefferson, ex-goleiro do Botafogo e da seleção brasileira, acredita que a experiência será crucial para que a dupla chegue bem para a Copa do Mundo. — São goleiros que já têm uma bagagem muito grande na seleção brasileira. E mesmo com essas lesões, é claro que influencia o ritmo de jogo, mas também a experiência conta muito. Então eu acredito que são dois grandes goleiros que ainda têm muito a oferecer para nossa seleção. Eles já estão basicamente com o pé nessa Copa, se estiverem 100% fisicamente — avaliou Jefferson, o último goleiro titular da seleção antes de Alisson assumir o posto em 2015. Pensamento parecido com o de Fernando Prass, ex-goleiro de times como Vasco e Palmeiras e atualmente comentarista do Grupo Globo. — O Ederson deu um passo abaixo na carreira, saiu da Premier League, a liga mais competitiva do mundo, para a Liga Turca, mas continua sendo um grande goleiro. O Alisson continua na Premier League, um dos maiores goleiros da competição, num nível muito alto, mas realmente os dois têm tido problemas de lesão nos últimos anos. As lesões são coisas que a gente não controla, mas se ele (Alisson) conseguir jogar as últimas rodadas da Premier League, acho que consegue chegar na Copa em alto nível — disse Prass. Por outro lado, Fred Caldeira já está mais preocupado com as condições da dupla para o Mundial: — A posição de goleiro sem dúvidas vira uma preocupação para a seleção. Por isso, vejo a escolha do terceiro goleiro como a mais importante que já vi em Copas. A seleção brasileira pode acabar precisando desse jogador para o time titular. A disputa pela terceira vaga Bento, Hugo Souza e John disputam terceira vaga de goleiro na seleção brasileira Rafael Ribeiro / CBF Com os problemas físicos dos veteranos, a vaga de terceiro goleiro ganhou uma importância maior na seleção, e quem teve mais oportunidades neste ciclo foi Bento, do Al-Nassr, da Arábia Saudita. Com 13 convocações neste ciclo, ele ficou atrás apenas de Ederson (14) na posição, e à frente até mesmo de Alisson (12). Bento disputou seis jogos como titular da seleção e foi vazado nove vezes — na última delas, no amistoso contra a Croácia, falhou ao sair do gol. Ele também entrou em campo na reta final de um jogo contra a Colômbia, em março de 2025, após Alisson ser substituído pelo protocolo de concussão. Além disso, foi o único goleiro que esteve em todas as cinco listas iniciais de Ancelotti. Hugo Souza, do Corinthians, também foi convocado cinco vezes, mas em uma delas acabou acionado somente após um corte do Alisson. Por fim, John, do Nottingham Forest, foi chamado pelo italiano em duas oportunidades, ambas para repor algum lesionado (Ederson e Hugo) — no momento, ele se recupera de uma lesão no joelho esquerdo. Os três jogadores, na opinião de Jefferson, disputam uma vaga que ainda está aberta na seleção. — O terceiro goleiro sempre foi assim. Numa Copa do Mundo sempre deixou em aberto. Não tem como cravar hoje o terceiro goleiro, mas acho que a gente pode falar de três grandes nomes: o Bento, que já vem sendo convocado, o Hugo que está numa fase excepcional, e o John, que vinha sendo convocado, mas também está lesionado. Talvez o Bento saia um pouco na frente pelo tanto de convocações que tem. Mas o momento do Hugo também é excepcional e é um goleiro que vai ter ainda muita chance na seleção brasileira. Diante das opções testadas por Ancelotti, o repórter Fred Caldeira apostaria em uma outra alternativa para a terceira vaga: Fábio, do Fluminense. Aos 45 anos, ele é um dos destaques do tricolor carioca. — Além de Alisson e Ederson, eu convocaria o Fábio. Mas entendo a improbabilidade dessa ser a escolha de Ancelotti e Taffarel (preparador de goleiros da seleção). E, com todos em plenas condições físicas, o meu titular é o Alisson. Já Fernando Prass jogaria “na segurança”, mas liga o alerta para uma possível falta de sucessores para o futuro da seleção brasileira. — Considerando que todos os goleiros estivessem à disposição, eu iria pelo seguro: Alisson, Ederson e Bento, e meu titular seria o Alisson. Mas uma coisa que o Brasil tem que começar a preparar é a sucessão. Eu não sei se Alisson e Ederson enfrentariam um outro ciclo de Copa do Mundo por conta da idade. E a minha preocupação, acho que o Bento é um grande goleiro, só que ele teria que sair do futebol da Arábia para procurar um mercado mais competitivo para realmente se firmar como o titular da seleção num provável novo ciclo de Copa do Mundo para 2030. A preparação de novos nomes da posição pode contar, no futuro, com uma ajuda de Jefferson. Pelo menos é o desejo do ex-atleta, que sonha em um dia ser treinador de goleiro da seleção. — Estou me especializando para isso, fazendo meus cursos, trabalhando aqui no Orlando City, dos Estados Unidos. Esse tempo está sendo muito bom porque já tive muita experiência como goleiro e agora como treinador de goleiro. E se um dia eu tiver a oportunidade de poder demonstrar o meu trabalho na seleção, seria uma honra representar o meu país como treinador de goleiro, seria um grande sonho. Vou continuar me esforçando e trabalhando. Confio em Deus que um dia essa oportunidade vai aparecer. O Dia do Goleiro Ex-goleiro Manga, ídolo do Botafogo, morreu aos 87 anos Vitor Silva/Botafogo O Dia do Goleiro é celebrado pela 51a vez no Brasil. A data remete ao nascimento de Haílton Corrêa de Arruda, o Manga, em 26 de abril de 1937, no Recife. Ídolo histórico de Botafogo e Internacional, e campeão mundial pelo Nacional, do Uruguai, ele morreu em abril de 2025, aos 87 anos, em um hospital do Rio de Janeiro. O ex-jogador lutava contra um câncer de próstata. A data foi eternizada como uma efeméride em 1975, por iniciativa de professores da Escola de Educação Física do Exército. Para celebrar os goleiros, o tenente Raul Carlesso e o capitão Reginaldo Carlesso escolheram inicialmente o dia 14 de abril, mas uma reunião de jogadores da posição da época mudou a decisão final. A data estabelecida, então, foi dia 26, em homenagem ao goleiro que conquistaria o Campeonato Brasileiro naquele ano pelo Internacional. Manga também fez história com a camisa do Botafogo de 1959 a 1968. Ele conquistou o Campeonato Carioca quatro vezes, em 1961, 1962, 1964 e 1966, e o Torneio Rio-São Paulo em três oportunidades, em 1962, 1964 e 1966. Com 20 taças no total, ele se tornou o jogador com mais títulos na história do alvinegro. Pela seleção brasileira, Manga foi titular na Copa do Mundo de 1966.

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