
Corinthians expulsa a Andrés Sanchez por mal uso de tarjeta corporativa
O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu, por 112 votos a favor, 49 contra e seis ...

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A família da cadela sem raça definida Sussi procura pelo animal desde sábado (23), quando a cachorrinha fugiu nas proximidades do Parque Sóter, em Campo Grande, pouco antes de os tutores embarcarem para outro estado. Sussi tem cerca de 2 anos, não é microchipada, mas saudável e nunca havia desaparecido antes, segundo a tutora Kamila Campache. A cadela é de porte pequeno para médio, tem pelagem marrom com patas claras, focinho escuro e orelhas pontudas. No momento da fuga, ela usava coleira. “Agora estamos desesperadamente tentando encontrá-la para que ela possa se reencontrar com sua família”, afirmou Kamila. Segundo ela, pessoas próximas conseguiram uma van para transportar a cachorrinha assim que ela for localizada. A preocupação, no entanto, é o prazo curto para organizar o reencontro. “Conseguimos uma van para levá-la até eles, mas precisamos encontrá-la até sexta-feira”, disse a tutora. A história ganhou repercussão entre protetores e moradores da Capital porque a família da cachorrinha vivia em situação de vulnerabilidade. Venezuelanos, os tutores permaneciam nas ruas junto com os cães porque não conseguiam acesso a abrigo que aceitasse animais. Amigos conseguiram arrecadar dinheiro para ajudar a família a deixar Mato Grosso do Sul e recomeçar a vida ao lado de parentes em outro estado. Porém, no dia da viagem, Sussi escapou e não foi mais encontrada. Kamila pede atenção principalmente aos moradores da região do Parque Sóter e bairros vizinhos. Como a cadela pode estar assustada, a orientação é evitar movimentos bruscos e tentar manter o animal no local até a chegada de alguém conhecido. A tutora também reforça que qualquer informação pode ajudar nas buscas. “Por favor, compartilhem esse post e nos ajudem a trazer a Sússi de volta para casa”, apelou. Quem tiver informações sobre o paradeiro da cadela pode entrar em contato com Kamila pelo telefone (67) 99914-1431.

Receita alerta para risco de penalidades e erros de última hora; primeiro lote da restituição será pago em 29 de maio

Depois das polêmicas recentes envolvendo o senador do PL, presidente abre quatro pontos de vantagem no cenário e vê sua taxa de rejeição recuar para 47%


Durante décadas, a expressão “padrão Globo de qualidade” virou uma espécie de selo de excelência da televisão brasileira. O conceito atravessou gerações, moldou o jornalismo televisivo e ajudou a construir a imagem de uma emissora que se orgulhava de rigor técnico, apuração, profissionalismo e formação de grandes nomes da comunicação. Mas basta observar alguns movimentos recentes da própria Globo para perceber que esse velho conceito parece cada vez mais distante da realidade atual da TV brasileira. A decisão de colocar a influenciadora Virgínia Fonseca em funções ligadas à cobertura da Copa do Mundo de 2026 escancarou um debate que já vinha crescendo silenciosamente dentro do meio esportivo: afinal, ainda existe espaço para o jornalismo profissional no entretenimento esportivo da televisão? A escolha da influenciadora, impulsionada sobretudo pelo alcance nas redes sociais e pela capacidade de gerar engajamento, provocou reação até entre jornalistas historicamente respeitados no país. A discussão, na verdade, vai muito além de Virgínia. Ela apenas simboliza um processo que vem acontecendo há anos nas grandes emissoras: a lenta substituição do jornalista especializado por figuras capazes de gerar repercussão instantânea, independentemente de experiência, formação ou trajetória profissional. Primeiro vieram os ex-jogadores ocupando espaços de análise e comentário em larga escala. Alguns se revelaram ótimos comunicadores, é verdade. Outros, porém, foram lançados diante das câmeras apenas pelo passado dentro de campo, enquanto profissionais experientes perdiam espaço nas redações esportivas. Agora, o fenômeno avança para outro estágio: nem mesmo a ligação com o esporte parece mais indispensável. O que vale é o tamanho da audiência digital. A lógica comercial passou a falar mais alto do que qualquer compromisso histórico com o jornalismo. E isso produz uma consequência delicada para as próprias empresas de comunicação: a perda gradual de credibilidade de um modelo que durante décadas se vendeu como referência de qualidade editorial. A Globo, que já revelou nomes históricos da reportagem esportiva brasileira, parece hoje caminhar numa direção em que a informação precisa disputar espaço com algoritmos, viralização e estratégias de influência digital. A Copa do Mundo, que antes funcionava como vitrine máxima do jornalismo esportivo da televisão, começa a assumir contornos de grande plataforma de entretenimento híbrido, misturando reportagem, publicidade, celebridade e performance digital numa mesma embalagem. O problema é que, quando tudo vira espetáculo, o jornalismo deixa de ser prioridade. E talvez seja justamente aí que mora a maior crise da televisão esportiva atual: não é apenas uma discussão sobre quem aparece na tela, mas sobre o valor que ainda se atribui à profissão de jornalista dentro das próprias emissoras. A coluna Futebol Etc na edição impressa do Jornal de Brasília

O técnico Rogério Ceni não viajou com o restante do Esporte Clube Bahia para o duelo contra o Coritiba, marcado para esta segunda-feira, 25, às 20h, válido pela 17a rodada do Campeonato Brasileiro. A TARDE soube que o treinador foi liberado pelo Esquadrão para resolver questões pessoais. A informação foi divulgada inicialmente pelo ge.A delegação tricolor desembarcou em Curitiba (PR), neste domingo, 24, sem a presença de Ceni. Apesar da ausência na chegada da equipe, o comandante tricolor estará à beira do campo no confronto contra o Coritiba, conforme o planejamento do Esquadrão. O técnico viajará para a capital paranaense nesta segunda-feira, quando comandará a comissão técnica durante a partida. Leia Também: E.C.BAHIA Bahia anuncia check-in a R$ 1 para última partida antes da Copa TRANSFERÊNCIA Grupo City estuda destino de Echeverri e Bahia vira opção no mercado INVENCIBILIDADE Bahia sustenta tabu de mais de uma década contra o Coritiba Liberado para tratar de assuntos particulares, Rogério Ceni não comandou as últimas sessões de treino do Bahia antes da viagem para Curitiba. A última atividade dirigida pelo treinador aconteceu na quarta-feira, 20. Na quinta-feira, 21, o elenco ganhou folga. Já na sexta-feira, 22, e no sábado, 23, o técnico permaneceu liberado pelo clube para resolver as questões pessoais.Com Rogério Ceni à beira do campo, o Bahia entra em campo às 20h, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR), em busca de encerrar a sequência de sete jogos sem vencer. O confronto diante do Coritiba também vale uma disputa direta por vaga no G-6 do Campeonato Brasileiro. Atualmente, as duas equipes somam 23 pontos e dividem a sétima posição na tabela de classificação.

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