
Hospital Materno Infantil de Brasília reinaugura Ucin Canguru con inversión millonaria
Espaço vai incentivar e proporcionar a permanência da mãe ao lado do recém-nascido o tempo todo

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O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), Humberto Miranda, afirmou que o lançamento do E-Agro Notícias tem como objetivo ampliar a divulgação das informações do agronegócio baiano e fortalecer a conexão entre o campo e os centros de decisão política e econômica do estado. A declaração foi dada nesta quarta-feira (10), durante a Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.Ao apresentar a nova plataforma de comunicação da entidade, Miranda ressaltou a relevância da região para a produção agropecuária nacional e destacou os resultados obtidos pelos produtores locais. Leia Também: BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show: Alckmin destaca R$ 14 bilhões em crédito para o campo “A região Oeste é uma das regiões mais importantes do Brasil. Aqui nós temos tecnologia, ciência, produção e produtividade. Nos últimos anos, tem sido recorde de produção por área tanto de algodão quanto de soja. As melhores produtividades do Brasil estão aqui”, afirmou.Visibilidade ao agroSegundo o dirigente, o E-Agro Notícias surge para ampliar a visibilidade do setor, especialmente em Salvador, onde estão concentradas decisões políticas, comerciais e institucionais que impactam o agronegócio.“A gente precisa comunicar isso, inclusive na nossa capital. O E-Agro também vai ter essa responsabilidade de pegar a boa informação do campo e disseminar em Salvador”, disse.Humberto Miranda destacou ainda que o agronegócio tem papel estratégico para a economia baiana, gerando empregos, renda e atraindo recursos externos por meio das exportações.“É preciso levar essa informação de que o produtor está no campo trabalhando duro, gerando emprego, gerando renda, produzindo para exportação e captando recursos de fora do Brasil para movimentar a economia do nosso estado”, pontuou.

Carreta que transportava gado caiu da ponte sobre o Rio Piranhas, em Gaúcha do Norte (MT) Um motorista de 48 anos morreu após a carreta ele que conduzia cair de uma ponte sobre o Rio Piranhas, em uma estrada rural na região de Gaúcha do Norte, nessa segunda-feira (8). O veículo transportava 50 cabeças de gado e, em decorrência do acidente, seis animais morreram. O Corpo de Bombeiros de Primavera do Leste foi acionado por volta das 18h para atender à ocorrência, mas a equipe só conseguiu chegar ao local na manhã do dia seguinte. Os militares constataram que o motorista estava preso às ferragens da carreta. Conforme o atendimento realizado no local, a vítima morreu por afogamento. Durante a operação de resgate, a corporação contou com o apoio da Prefeitura de Gaúcha do Norte, que disponibilizou uma pá carregadeira e uma escavadeira hidráulica para auxiliar na remoção da estrutura do veículo. Um produtor rural da região também colaborou com os trabalhos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Após a retirada das ferragens e a realização do desencarceramento, o corpo da vítima foi removido pelos bombeiros. Em seguida, foram realizados os procedimentos periciais no local. O corpo foi entregue ao técnico em necropsia responsável pelos encaminhamentos legais. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes. Carreta que transportava gado caída no Rio Piranhas, na região de Gaúcha do Norte (MT) Reprodução/CBM

Presidente do Senado deve definir cronograma e relatoria da proposta em reunião com líderes partidários

E lá se vão 15 anos desde que o designer Chaps Melo desenhou um homem rechonchudo, com um bigode generoso e uma cartola, na parede do quarto da filha, à época ainda na barriga da mãe. Do tracejado despretensioso inspirado pelas canções de “O Grande Circo Místico”, de Chico Buarque e Edu Lobo, nasceu, meio sem querer, um dos maiores fenômenos infantis 100% made in Brazil. Alçado a franquia — com produtos licenciados, discos, shows e parcerias com medalhões como Milton Nascimento e Caetano Veloso —, o personagem Bita virou do avesso não apenas a vida de seu criador, mas também sacolejou as bases da produção de entretenimento para menores de idade no país. Caso bem-sucedido: No Rio, roteirista de 'La casa de papel' fala do fracasso que precedeu o sucesso da série Lançamentos à vista: TV Globo anuncia novidades e mira 'pluralidade singular' do Brasil de várias telas A história da marca Mundo Bita — invenção dos amigos pernambucanos Chaps Melo, João Henrique Souza, Enio Porto e Felipe Almeida — é uma amostra expressiva da altíssima demanda por produções infantojuvenis com DNA verde e amarelo. Lançado originalmente como aplicativo educativo, o projeto ganhou uma forma própria ao “surfar as ondas do mercado”, como explicou Felipe Almeida, no Rio2C. A presença no YouTube, por exemplo, foi essencial para a popularização do conteúdo. Tudo, porém, sempre foi realizado de “modo artesanal”, como pondera Chaps Melo. — Um dos grandes segredos do sucesso do “Mundo Bita” é realizar sem saber. O “fazer intuitivo” gerou uma identidade própria — ressalta Melo. — A gente criou como queria. Houve uma resistência do mercado, no início. Falavam que o público infantil preferia voz feminina, reclamavam do personagem gordinho com bigode... Mas tínhamos confiança. Claro que sem dar murro em ponta de faca, né? Várias mesas no Rio2C mostraram como a produção para crianças e adolescentes vive um boom no Brasil. Da literatura ao cinema, dos games às séries de TV, criadores defendem a necessidade de compreensão dos hábitos das novas gerações sem abrir mão da qualidade artística. Nome por trás de sucessos como “Detetives do Prédio Azul” e “Diário de Pilar”, Flávia Lins e Silva resumiu o maior desafio do tempo presente ao afirmar que é preciso “atacar o YouTube com conteúdo bom”, entendendo as linguagens e plataformas que disputam a atenção do público mirim. Cena de 'O diário de Pilar na Amazônia' Lais Teixeira/Divulgação Na literatura, o debate avança para além das estratégias de distribuição. Afinal, é indiscutível o papel dos livros na formação de leitores. Para a escritora Mafuane Oliveira, autora de títulos como “Cinderela do Rio” e “Mesma nova história”, as obras infantis funcionam como “passaportes para realidades ainda desconhecidas das crianças”. Ela defende que os pequenos leitores sejam encarados como sujeitos capazes de refletir sobre questões complexas, e não apenas como meros consumidores. A mesma ideia é compartilhada por Carlos Eduardo Pereira, com quem Mafuane dividiu a mesa “Reencantar o mundo”. Autor do livro “Bailinho”, o escritor critica as barreiras impostas pelos adultos aos temas abordados na produção infantojuvenil. — As crianças vão “desapavorar” os adultos, e a solução de muitos problemas pode estar na literatura — diz. — O público mirim aceita os temas com naturalidade. O problema está nos pais, que são travados. Pense só: por que livro de adulto não tem ilustração? A gente cresce e vai ficando cada vez menor... Deveria ser o contrário.

Romildo Veloso e Silva, exalcalde y concejal en Brasil, atacó a tiros a su esposa Icicléia Alves Veloso en un bufete jurídico.

Os incêndios florestais não terminam quando as chamas são extintas, uma vez que as partículas tóxicas ultrafinas podem permanecer no ar durante bastante tempo e deslocar-se vários quilômetros: aqui estão os detalhes. O fumo dos incêndios florestais contém partículas que são muito prejudiciais para a saúde e que permanecem no ar durante muito tempo. Além disso, estas partículas são transportadas com relativa facilidade. Todos sabemos que, quando um grande incêndio florestal assola uma região, toda a atenção costuma centrar-se no avanço do fogo, nas evacuações e nos danos materiais, mas os impactos permanecem por muito mais tempo e, em muitos casos, não são visíveis , tal como comprovado por vários estudos recentes. Um deles foi realizado por um grupo de engenheiros civis da Universidade da Califórnia, que conseguiram demonstrar como certas partículas tóxicas geradas após os incêndios podem permanecer suspensas no ar durante meses e deslocar-se muito mais longe do que se pensava inicialmente . Neste caso, os cientistas analisaram a qualidade do ar após os incêndios devastadores que afetaram várias zonas da área de Los Angeles em 2025 e detetaram a presença prolongada de nanopartículas de cromo hexavalente, uma substância conhecida pelos seus efeitos nocivos para a saúde humana. O que são nanopartículas e por que preocupam os cientistas? As nanopartículas são partículas extremamente pequenas, milhares de vezes mais finas do que um fio de cabelo humano e esse é o principal problema. Graças ao seu tamanho minúsculo, podem penetrar profundamente nos pulmões e até chegar à corrente sanguínea, distribuindo-se por diferentes órgãos do corpo. : 2025 wildfires were the costliest on record despite burning 16% less land. 335 million hectares burned (16% below average) Insured losses: 38% of ALL natural hazard losses globally 300,000+ evacuations | 90+ deaths Worst-hit: North America, Europe, South pic.twitter.com/pIyGFtqFwN — Insights | Integration️ (@con_nectinder) June 4, 2026 Os investigadores encontraram partículas de crómio numa forma química particularmente preocupante, como é o crómio hexavalente, também conhecido como crómio-6 , uma substância classificada como cancerígena e associada a doenças respiratórias. Estas partículas podem viajar até 15 quilômetros Os modelos atmosféricos utilizados pelos investigadores indicam que as nanopartículas puderam deslocar-se entre 10 e 15 quilômetros a partir das áreas afetadas pelos incêndios, pelo que locais situados relativamente longe do foco do incêndio poderão ter estado expostos a concentrações elevadas de poluentes sem que as pessoas tivessem consciência disso. A capacidade destas partículas de permanecerem em suspensão durante longos períodos facilita o seu transporte pelo vento, alargando consideravelmente a área de influência de um incêndio . Permanecem no ar muito mais tempo do que o esperado Os cientistas detetaram níveis elevados destas partículas mesmo dois meses após os incêndios terem sido completamente extintos. Embora as concentrações tenham diminuído progressivamente com o passar do tempo, a investigação conclui que não regressaram aos níveis habituais até aproximadamente oito meses após o incêndio . ¿Por qué la gestión forestal? Las emisiones extraordinarias de CO2 en España, consecuencia de los incendios forestales de este verano, han disparado los niveles de carbono de 2025 en nuestro país por encima de los 5,5 millones de toneladas, superando los de los últimos 20 años. pic.twitter.com/hx3MbnfStN — Gabriel A. Gutiérrez Tejada (@Abies_gabriel) September 24, 2025 Isto põe em evidência que os riscos ambientais associados a um incêndio florestal podem prolongar-se durante grande parte do ano seguinte ao evento . Os incêndios urbanos geram poluentes mais nocivos Vários estudos demonstram como os incêndios que afetam zonas onde coexistem áreas naturais e urbanas apresentam riscos adicionais e muito graves . Os incêndios florestais transformam-se em incêndios de outra natureza quando afetam as infraestruturas. Quando o fogo atinge habitações, instalações industriais ou diversas infraestruturas, a combustão gera uma libertação muito mais completa de substâncias químicas do que a gerada pela vegetação. Tais como, metais pesados, compostos orgânicos tóxicos, hidrocarbonetos aromáticos ou outras substâncias perigosas que podem incorporar-se com extrema facilidade no fumo e, posteriormente, depositar-se sobre qualquer tipo de superfície. Os riscos para a saúde vão além do fumo A exposição prolongada a partículas tóxicas provenientes de incêndios florestais preocupa muito os especialistas em saúde pública, uma vez que o cromo hexavalente tem sido associado inúmeras vezes a problemas respiratórios como a asma, bronquites prolongadas ou repetidas e o potencial de desenvolvimento de cancro do pulmão . As pessoas mais vulneráveis são as mesmas que, em caso de alerta: as crianças, os idosos, as mulheres grávidas e as pessoas com doenças respiratórias ou cardiovasculares pré-existentes . Referência da notícia Kleeman, M.J., Cappa, C.D., Green, P.G. et al. Airborne hexavalent chromium nanoparticles detected around cleanup zones for the 2025 Los Angeles wildfires. Commun Earth Environ (2026). https://doi.org/10.1038/s43247-026-03591-z

Os futuros do petróleo reagiram aos novos ataques...
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