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O volume útil das represas do Sistema Cantareira caiu para baixo de 40%, e São Paulo inicia o mês de julho com um regime de restrição hídrica mais severo, informou hoje a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). Segundo comunicado do órgão, com o inverno entrando num período mais seco, o Sistema Integrado Municipal de represas passa agora da situação de "Atenção" (faixa 2) para a de "Alerta" (faixa 3). Água mais escassa: Sob ameaça de nova crise, Cantareira terá mais peso em decisões sobre restrição de consumo Com a medida, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) terá de reduzir a taxa máxima de captação de água no sistema de 31 m3/s para 27 m3/s. "Como medida de mitigação, a Sabesp poderá utilizar em julho, além dos 27 m3/s autorizados do Sistema Cantareira, a vazão eventualmente transposta no reservatório da Usina Hidrelétrica Jaguari, na bacia do rio Paraíba do Sul, respeitado o limite outorgado", disse o comunicado. Empréstimo hídrico: São Paulo recorre novamente a Bacia Paraíba do Sul para reforçar abastecimento A mudança anunciada hoje na dinâmica de gestão do sistema para evitar que a cidade entre em crise hídrica é a primeira desde que a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) mudou os critérios para gestão do sistema. Antes, as mudanças no regime de restrição eram feitas com base no volume útil de água em todo o sistema integrado. Agora, uma situação mais preocupante apenas no Cantareira já pode desencadear medidas mais duras. A decisão foi tomada por esse sistema de represas que ficam ao norte da capital representar uma estrutura mais crucial para abastecimento de água na cidade. Normalmente, o Cantareira é responsável por dois terços dos recursos hídricos consumidos na região metropolitana, mas neste ano seu volume está representando apenas metade do sistema total. "Nesta terça-feira, 30 de junho, o Sistema Cantareira registrou 39,87% de seu volume útil, apresentando uma leve queda em relação aos 40,52% observados em 29 de maio, último dia útil do mês de maio", afirmou a SP Águas, que agora anuncia suas alterações sempre no último dia de cada mês. "Como o volume útil está na faixa entre 30% e 40% no último dia útil de junho, a operação do Sistema em julho de 2026 passará a ser na Faixa 3 - Alerta." Além da restrição de captação de água, a Sabesp deve manter a cidade sob 10 horas de gestão de demanda noturna (GDN), que implica na redução da pressão de água na rede de distribuição para reduzir a taxa de vazamentos no sistema. Atualmente, a GDN está sendo implementada por 10 horas diárias nos horários de menor demanda. A medida afeta entrada de água em imóveis nas regiões mais altas e mais periféricas da cidade. A Sabesp afirma que está tentando mitigar o impacto da GDN com um programa de instalação de caixas d'água para famílias de menor renda. As faixas de restrição na gestão hídrica em São Paulo foram determinadas em lei de 2017, após a cidade ter passado pela pior crise hídrica de sua história entre 2014 e 2016. Na épóca o Cantareira entrou no chamdo volume morto, nível abaixo do necessário para escoamento natural de água para a capital, requerendo bombeamento. Agora o sistema é administrado com base em sete faixas de restrição, da 1 (situação ideal) até a 7 (gravidade extrema), quando se decreta formalmente um rodízio na distribuição de água.

O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) sobre a atividade industrial do Brasil subiu de 49,1 pontos em maio para 50,8 em junho, informou nesta quarta-feira, 1, a S&P Global. Resultados acima dos 50 pontos indicam expansão da atividade. Apesar da melhora, a diretora associada de Economia da S&P Global, Pollyanna [...]

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A mãe do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro ( PL -RJ), Rogéria Nantes Bolsonaro, foi exonerada nesta quarta-feira (1o) do cargo que ocupava na secretaria de Ciência e Tecnologia do governo do Rio de Janeiro. Leia mais (07/01/2026 - 09h14)

Numa conferĂŞncia internacional sobre sustentabilidade com forte presença do setor privado, o ex-subsecretĂĄrio-geral da ONU Achim Steiner afirmou que a elite do Brasil vĂŞ a amazĂ ́nia como uma "fronteira barata" para a expansĂŁo da economia, o que torna difĂcil uma mudança mais estrutural na regiĂŁo. Essa visĂŁo ĂŠ a mesma nos outros paĂses da regiĂŁo amazĂ ́nica, segundo ele. "Isso ĂŠ o que o dinheiro faz. O dinheiro busca o curto prazo, e a amazĂ ́nia ĂŠ como um prĂŞmio de loteria de curto prazo", disse Steiner Ă Folha de S.Paulo. Ex-diretor do Pnud e do Pnuma, programas das Naçþes Unidas para meio ambiente e desenvolvimento, Steiner preside a ConferĂŞncia de Sustentabilidade de Hamburgo, na Alemanha, realizada pelo terceiro ano seguido, nesta segunda (29) e terça-feira (30). O evento ĂŠ promovido pelo MinistĂŠrio de Cooperação EconĂ ́mica e Desenvolvimento da Alemanha, alĂŠm de Pnud, MunicĂpio de Hamburgo e Fundação Michael Otto. Representantes de governos, sociedade civil, academia e empresas discutiram as principais pautas ambientais e de transição energĂŠtica, na esteira de negociaçþes em palcos diplomĂĄticos oficiais, como as as conferĂŞncias do clima da ONU –a Ăşltima, COP30, foi realizada em BelĂŠm, em novembro. Nas cidades amazĂ ́nicas, existe um corredor de possibilidades econĂ ́micas muito estreito, segundo Steiner, o que influencia a vida de quem vive ali. Por isso, investimentos precisam levar em conta as caracterĂsticas do lugar, com adaptabilidade Ă realidade da floresta, na visĂŁo do ex-dirigente da ONU. Grandes obras de infraestrutura na amazĂ ́nia impactam, invariavelmente, comunidades tradicionais. E regiĂľes de fronteira agrĂcola, como o sul do Amazonas, RondĂ ́nia, Acre e Mato Grosso, sĂŁo tambĂŠm arcos de desmatamento. "Os paĂses como um todo nĂŁo estĂŁo investindo o suficiente em conectar essas economias porque basicamente as veem como marginais", disse. "O dinheiro estĂĄ em SĂŁo Paulo, em Minas Gerais, em Porto Alegre....

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 1,1 ponto em junho ante maio, para 92,7 pontos, informou nesta quarta-feira, 1, a Fundação Getulio Vargas (FGV). É o maior nível desde maio de 2025, quando atingiu 94,5 pontos na ocasião. Em médias móveis trimestrais, o índice retorna a uma tendência ascendente, com alta de 0,1 ponto, após dois meses em queda, e avançando pelo segundo mês consecutivo, fechando junho acima do nível de fevereiro passado. Em junho, a confiança avançou na Indústria, Serviços e Comércio. A maior alta foi registrada na Indústria, que subiu 3,0 pontos, para 100,1 pontos. Em sentido oposto, a Construção recuou 0,9 ponto no mês, para 91,7 pontos. "Parte desse movimento pode estar associada à distensão do conflito no Oriente Médio e à acomodação dos preços do petróleo, que aliviaram a incerteza externa", diz em nota o pesquisador do FGV IBRE, Aloisio Campelo Jr. Ainda assim, à exceção do setor industrial, os níveis de confiança permanecem historicamente baixos, compatíveis com um ritmo apenas moderado de atividade econômica. "O cenário continua sendo limitado pelos elevados juros e comprometimento de renda das famílias com o pagamento de dívidas A consolidação da recuperação da confiança nos próximos meses dependerá tanto da continuidade desse alívio no cenário externo quanto da evolução das condições econômicas domésticas", avalia O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica. Em junho, o Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) avançou 1,1 ponto, para 94,4 pontos, o maior nível desde maio de 2025 (96,2 pontos) e o Índice de Expectativas Empresariais (IEE), por sua vez, subiu 1,2 ponto no mês, alcançando 91,1 pontos. Com esse resultado, o indicador interrompe a tendência de queda iniciada em março. Ainda assim, explica Campelo Jr., a alta não é suficiente para indicar a retomada da trajetória de recuperação iniciada em setembro de 2025, quando o índice registrava 83,7 pontos, e interrompida com a deflagração da Guerra no Oriente Médio. Estadão Conteúdo.

O corpo de um idoso de 65 anos foi encontrado na manhã de terça-feira (30), às margens de uma lagoa no centro de Santa Luzia do Norte, na região metropolitana de Maceió. A principal suspeita é de afogamento. LEIA MAIS NOTÍCIAS DE MACEIÓ E DA REGIÃO METROPOLITANA ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM Segundo...
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