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miércoles, 28 de octubre de 2026

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Nany People encabeza campaña de apadrinamiento para las 432 APAEs de Minas Gerais
general15 de julio

Nany People encabeza campaña de apadrinamiento para las 432 APAEs de Minas Gerais

Poços de Caldas, MG – As 432 APAEs de Minas Gerais serão contempladas por uma nova campanha estadual de apadrinhamento que busca ampliar a participação da sociedade no fortalecimento das instituições que atuam na promoção da inclusão, educação, saúde e assistência às pessoas com deficiência intelectual e múltipla em todo o estado. A campanha foi [...] O post Nany People amadrinha 432 APAEs de Minas Gerais com campanha e show beneficente no Palácio das Artes em Belo Horizonte apareceu primeiro em Jornal Mantiqueira .

Postegan votación para criminalizar la misoginia en Brasil tras fuertes tensiones entre Tabata Amaral y el PL
politica15 de julio

Postegan votación para criminalizar la misoginia en Brasil tras fuertes tensiones entre Tabata Amaral y el PL

LAURA SCOFIELD BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) disse que o PL (Partido Liberal) foi a única bancada que não quis conversar sobre o projeto de lei que inclui a misoginia entre os crimes de racismo. A votação do texto foi adiada nesta terça-feira (14), sem data prevista. O texto foi aprovado pelo Senado Federal em março por unanimidade. "Desde o início, tratei essa pauta como prioridade absoluta. Fiz tudo o que estava ao meu alcance para construir um acordo que permitisse a aprovação do projeto. Estive com todas as bancadas, com exceção do Partido Liberal (PL), que não quis dialogar. Ouvi as contribuições apresentadas, incorporei sugestões e trabalhei para chegar a um texto equilibrado, sem abrir mão da proteção às mulheres", afirmou a relatora do projeto em nota à imprensa. À Folha de S.Paulo, o líder do PL na Câmara Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) disse que Tabata se reuniu com o deputado Lafayette de Andrada (PL-MG), que representou o partido. "Ele não foi atendido nas demandas que colocou para a relatora", afirmou. Tabata disse que a conversa com o deputado não foi em nome do partido, "que foi procurado diversas vezes pela parlamentar e equipe, sem retorno". O texto mais recente define misoginia como "a prática, a indução ou a incitação de violência, de restrição ao pleno exercício de direitos ou de ofensa à dignidade da mulher, em razão da condição de mulher". A proposta altera a legislação sobre racismo e inclui a misoginia nas punições já previstas para injúrias e ofensas à dignidade ou decoro por razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional. Praticar, induzir ou incitar discriminação pela condição de mulher, por exemplo, passaria a ser punido com reclusão de um a três anos e multa. Com o adiamento, a análise do texto pode ficar para após as eleições. A Câmara entrará em recesso ao fim desta quarta-feira (15). Depois, em razão do calendário especial para o pleito, só haverá mais duas semanas com votações no plenário até o início de novembro. De acordo com a assessoria, a relatora ainda tentará aprovar o texto nessas sessões, que ocorrerão em agosto e setembro. Na nota, Tabata também disse que o presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB) "enfrenta forte pressão", o que tem levado ao adiamento do que considera "pautas essenciais para a população". Em março, quando anunciou a criação de um grupo de trabalho para debater a proposta, Motta disse que pretendia levar o texto ao plenário ainda em junho, previsão que passou para julho após reunião de líderes. Em 1o de julho, o presidente pautou a urgência do projeto, que foi aprovada, acelerando sua tramitação na Câmara, apesar da resistência da bancada evangélica. De acordo com Tabata, Motta participou da construção para tentar aprovar o texto na quarta-feira (15), mas não houve acordo. A relatora e a presidente da bancada feminina Jack Rocha (PT-ES) se reuniram com o governo federal nesta tarde em busca de finalizar as negociações. "É lamentável que um projeto tão importante para garantir mais segurança, dignidade e direitos às mulheres tenha sido adiado, mas essa história está longe de terminar. Vou intensificar a articulação e seguir pressionando para que a misoginia seja criminalizada o quanto antes. As mulheres do nosso país não podem continuar esperando por uma proteção que é urgente e necessária", afirma a deputada. Lafayette disse à reportagem que conversou com a relatora nos últimos dias e sugeriu que, ao invés de definir o que é misoginia na Lei do Racismo, ela alterasse a Lei Maria da Penha. O deputado explicou ter proposto que a violência descrita na lei, atualmente restrita ao contexto doméstico, familiar ou de relação íntima de afeto, fosse ampliada para incluir toda a sociedade. Além disso, ele propôs aumento de pena para quando os crimes de incitação à violência e apologia à violência, previstos no Código Penal, fossem contra mulheres. De acordo com ele, a definição de misoginia proposta pela deputada estava "cheia de imprecisões técnicas". "Não está protegendo a mulher, está criando um troço nebuloso, que não tem definição, que vai criar é medo em todo mundo", afirmou à Folha de S.Paulo. Lafayette falou ainda que foi instruído pelo líder do partido a falar com a deputada e recebeu respaldo do grupo, mas não se apresentou a ela como representante do PL. Tabata afirma que a conversa com Lafayette foi breve e que "muitas (das sugestões) já estavam contempladas no texto, enquanto as demais a deputada conseguiu encaminhar". Nesta tarde, deputadas como Tabata, Jack Rocha, Benedita da Silva (PT-RJ), Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) promoveram uma coletiva de imprensa em defesa do projeto na Câmara dos Deputados. Elas pediram que o texto fosse votado nesta semana. "Não podemos perder ninguém pelo discurso, principalmente das fake news que têm sido divulgadas e que desumanizam as mulheres brasileiras", afirmou a presidente da bancada feminina.

Juninho silencia críticas con gol de cabeza y clasifica al Vasco a semifinales del Sub-20
deportes15 de julio

Juninho silencia críticas con gol de cabeza y clasifica al Vasco a semifinales del Sub-20

Pedro Cobalea @pedrocobalea_ Personalidade de sobra 💪⚽ Com apenas 1,62 m, o atacante abriu o placar para o Vasco de cabeça na classificação à semifinal do Brasileiro Sub-20 e respondeu às dúvidas sobre a estatura: - As pessoas sempre vão criticar, sempre vão duvidar de mim. E eu estou mostrando dentro de campo, e é isso que importa. #vasco #lancevasco Fonte: X do jornalista Pedro Cobalea/Lance

CazéTV rompe récord de audiencia en YouTube con la semifinal Francia vs. España
deportes15 de julio

CazéTV rompe récord de audiencia en YouTube con la semifinal Francia vs. España

Com a transmissão exclusiva do jogo entre França e Espanha na semifinal da Copa do Mundo, nesta terça-feira (14), a CazéTV bateu um novo recorde de audiência no YouTube. O canal esportivo da Livemode alcançou 24,2 milhões de aparelhos conectados. Com o resultado, o jogo se transformou na transmissão ao vivo mais vista da história da plataforma de vídeos do Google, criada em 2005. O recorde anterior era do próprio canal, com a disputa entre Noruega e Inglaterra, no sábado (11), que chegou a 21,2 milhões.A CazéTV foi a única a exibir todos os 104 jogos da Copa de 2026. Além do número alto em audiência, o projeto esportivo também ultrapassou a marca de 40 milhões de inscritos no YouTube, tornando-se um dos canais mais seguidos do Brasil. A final, marcada para domingo (19), será exibida por todos os canais que detêm os direitos de transmissão. Na quarta-feira (15), a outra semifinal, que terá Inglaterra e Argentina terá, além da CazéTV, exibição da Globo, da GE TV, do SporTV, do SBT e do N Sports. O jogo de terceiro lugar, que será no sábado (18), seria exclusivo da CazéTV. Contudo, a saída da seleção brasileira antes das quartas de final fez com que a partida também tenha transmissão dos outros detentores. TELEVISÃO Com França x Espanha, CazéTV bate novo recorde de audiência do YouTube Canal esportivo da Livemode alcançou 24,2 milhões de aparelhos conectados com jogo exclusivo. Recorde anterior era do próprio canal, com a disputa entre Noruega e Inglaterra, no sábado (11) ...

Santa Catarina propone restringir cuotas raciales en universidades tras fallo del STF
politica15 de julio

Santa Catarina propone restringir cuotas raciales en universidades tras fallo del STF

BRUNO LUCCA SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) Menos de três meses depois de o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubar a lei que proibia cotas raciais nas universidades catarinenses, deputados aliados do governador Jorginho Mello (PL) voltaram a propor mudanças na política de ações afirmativas do estado. Desta vez, em vez de extinguir a reserva de vagas para estudantes negros, o projeto restringe seu alcance ao condicioná-las a critérios de renda e limitar o total de vagas reservadas. A proposta, de autoria do deputado estadual Alex Brasil (PL) -o mesmo que propôs a lei derrubada-, começou a ser analisada nesta terça-feira (14) pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O relator da matéria, deputado Maurício Peixer (PL), votou pela constitucionalidade do texto. A apreciação, porém, foi interrompida após um pedido de vista do deputado Napoleão Bernardes (PSD), em uma sessão marcada por bate-boca entre parlamentares e protestos de estudantes e representantes do movimento negro. A Lei de Cotas, em vigor nas universidades e institutos federais desde 2012, determina que 50% das vagas sejam reservadas a estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. Dentro dessa reserva, as vagas são distribuídas de acordo com critérios de renda e com a composição racial da população de cada estado, contemplando estudantes pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Nas universidades estaduais, porém, as regras são definidas por legislação própria. Hoje, a política de ações afirmativas em Santa Catarina prevê modalidades distintas para estudantes negros, egressos da rede pública, pessoas com deficiência e candidatos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, sem exigir que o candidato beneficiado pelas cotas raciais também cumpra critérios de renda. O projeto apresentado por Alex Brasil altera essa lógica. Embora mantenha a possibilidade de adoção de cotas raciais, determina que estudantes negros só poderão disputar essas vagas se também atenderem aos critérios de vulnerabilidade socioeconômica estabelecidos em edital. Além disso, fixa que a soma de todas as modalidades de cotas e ações afirmativas não poderá ultrapassar 20% das vagas oferecidas em cada processo seletivo. Na prática, a proposta transforma as cotas raciais em uma modalidade cumulativa. Hoje, raça e renda funcionam como critérios independentes na política estadual de ações afirmativas. Se o projeto for aprovado, candidatos negros só poderão acessar as vagas reservadas se também estiverem dentro da faixa de renda definida pela instituição de ensino. A iniciativa representa uma mudança de estratégia do grupo político que, neste ano, aprovou a lei posteriormente derrubada pelo Supremo. Na ocasião, a Assembleia extinguiu completamente a possibilidade de universidades estaduais e instituições privadas financiadas pelo Estado adotarem cotas raciais e outras ações afirmativas. Agora, em vez de eliminar a política, os deputados buscam reformulá-la. A mudança aparece também na justificativa do projeto. Enquanto a lei anulada pelo STF contrariava frontalmente a jurisprudência da Corte ao extinguir as cotas, a nova proposta procura se apoiar justamente nesse entendimento. O texto afirma que as ações afirmativas constituem um instrumento legítimo de promoção da igualdade material, cita precedentes do Supremo que reconheceram a constitucionalidade das cotas raciais e diz que o objetivo não é suprimir a política, mas "reorganizá-la", combinando critérios raciais, socioeconômicos e educacionais para direcionar as vagas aos estudantes em situação de maior vulnerabilidade. Ao julgar a norma anterior, os ministros do STF entenderam que Santa Catarina contrariou uma jurisprudência consolidada da Corte, que, desde 2012, reconhece a constitucionalidade das ações afirmativas como mecanismo de enfrentamento das desigualdades raciais. Relator das ações, o ministro Gilmar Mendes afirmou que a norma violava a autonomia universitária ao impedir que as instituições definissem suas próprias políticas de inclusão. Também criticou a aprovação da lei sem estudos que demonstrassem a desnecessidade das cotas e afirmou que o Estado desconsiderou evidências sobre a persistência das desigualdades raciais no acesso ao ensino superior. Para Mendes, as políticas de ações afirmativas concretizam o princípio da igualdade material previsto na Constituição e atendem a compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no combate ao racismo. Na CCJ, o relator Maurício Peixer afirmou que o novo projeto é compatível com a decisão do Supremo justamente por preservar as cotas raciais e redefinir seus critérios de aplicação. Parlamentares da oposição e representantes dos movimentos negros, por outro lado, argumentaram que a proposta esvazia a política afirmativa ao restringir o universo de beneficiários e impor um teto ao conjunto das vagas reservadas. Após o pedido de vista, a matéria deverá voltar à pauta da Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para análise das demais comissões da Assembleia.

Sorteos de la Caixa: Resultados de la Quina y Lotofácil y premios estimados para los próximos concursos
economia15 de julio

Sorteos de la Caixa: Resultados de la Quina y Lotofácil y premios estimados para los próximos concursos

A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 7065 da Quina na noite desta terça-feira, 14 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 5 milhões. Confira o resultado da Quina de hoje! Os números da Quina 7065 são: 40 - 18 - 16 - 20 - 56 O sorteio da Quina é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube. Próximo sorteio: Quina 7066 O próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 15 de junho, a partir das 21 horas, pelo concurso 7066. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não. Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos. A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números. Como apostar na Quina A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda-feira a sábado, às 20h (horário de MS). O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha. Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números. O preço da aposta com 5 números é de R$ 2,50. É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa. Assine o Correio do Estado

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