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martes, 20 de octubre de 2026

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AMNISTÍA INCOMPLETA: 500 Presos Políticos Aún Detenidos en Venezuela
politica20 de abril

AMNISTÍA INCOMPLETA: 500 Presos Políticos Aún Detenidos en Venezuela

En Venezuela, la ley de amnistía para los presos políticos cumple exactamente dos meses. Fue aprobada por el Parlamento el pasado 20 de febrero. En este tiempo, cientos de detenidos han sido liberados, pero la aplicación de la norma sigue siendo objeto de debate. Un repaso a dos meses de polémicas.

Irán Retoma Operaciones Aéreas Tras Semanas de Tensión
internacional20 de abril

Irán Retoma Operaciones Aéreas Tras Semanas de Tensión

O Irã reabriu os principais aeroportos da capital Teerã, Imã Khomeini e Mehrabad, nesta segunda-feira (20), informou a autoridade de aviação do país, após várias semanas de fechamento devido à guerra com Israel e Estados Unidos. "A autorização foi concedida para os voos com passageiros no Aeroporto Internacional Imã Khomeini e no Aeroporto Mehrabad a partir desta segunda-feira", afirmou a Organização de Aviação Civil em um comunicado, citado pela agência Isna. Segundo essa organização, os voos comerciais voltarão a operar em 10 aeroportos do Irã "a partir de sábado". AFP

ALERTA SÍSMICA: Japón en máxima precaución tras fuerte terremoto
internacional20 de abril

ALERTA SÍSMICA: Japón en máxima precaución tras fuerte terremoto

O Japão emitiu um aviso especial nesta segunda-feira (20) que alertava para um risco elevado de terremotos de magnitude 8 ou superior, depois que um forte tremor sacudiu o norte do país e provocou um alerta de tsunami. A Agência Meteorológica do Japão indicou em um comunicado que "a probabilidade de que ocorra outro grande terremoto é relativamente mais elevada do que em tempos normais". O alerta para a região norte foi divulgado poucas horas após um terremoto de 7,7 graus de magnitude, que sacudiu prédios na capital, Tóquio, a centenas de quilômetros do epicentro. O tremor aconteceu às 16h53 (4h53 em Brasília) no Oceano Pacífico, na costa do município de Iwate. Até o momento, não foram registrados danos significativos ou feridos, informou em coletiva de imprensa o secretário-chefe de gabinete, Minoru Kihara. Outro funcionário do governo disse na televisão que "embora não se saiba se ocorrerá [outro] terremoto importante, pedimos que tomem medidas para se preparar, com base no princípio de que cada um é responsável por sua própria segurança". AFP

Crisis energética impulsa cumbre global por el fin de los combustibles fósiles
internacional20 de abril

Crisis energética impulsa cumbre global por el fin de los combustibles fósiles

Quase 50 países participarão na próxima semana, na Colômbia, da primeira conferência mundial voltada para a saída dos combustíveis fósseis, em um momento em que a guerra no Irã reacende o debate sobre a necessidade de abandonar os maiores poluentes do planeta. Ministros e diplomatas chegarão à cidade caribenha de Santa Marta tendo como pano de fundo a escassez de combustível e a disparada dos preços provocadas pelo conflito, especialmente com o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde circula um quinto do comércio mundial de hidrocarbonetos. Espera-se que as preocupações com a segurança energética influenciem os diálogos de alto nível dos dias 28 e 29 de abril tanto quanto as prioridades climáticas, segundo analistas. A conferência foi anunciada há meses, mas ganhou "maior relevância" com a crise, declarou a ministra do Meio Ambiente da Colômbia, Irene Vélez, cujo país organiza o encontro junto com os Países Baixos. Prevê-se a participação de grandes nações produtoras de combustíveis fósseis, como Austrália, Canadá e Noruega, além de potências petrolíferas emergentes como Brasil, Angola e México, e mercados emergentes dependentes do carvão como Turquia e Vietnã. Somam-se dezenas de outros países, desde pequenos Estados insulares até grandes economias como Alemanha, França e Reino Unido. No entanto, os maiores produtores mundiais de carvão, petróleo e gás — especialmente Estados Unidos, China, Arábia Saudita e Rússia — não participarão. A Colômbia espera lançar em Santa Marta uma coalizão de nações produtoras e consumidoras de combustíveis fósseis comprometidas em impulsionar sua eliminação progressiva, segundo Vélez. Espaço honesto O encontro surgiu da frustração durante as negociações climáticas das Nações Unidas na última COP30, em Belém, onde ficou evidente que a promessa de uma transição para uma saída global dos combustíveis fósseis, anunciada na COP28, se encontra estagnada. "Acho que a reunião de Santa Marta chega com muito atraso", declarou à imprensa Maina Talia, ministro do Clima de Tuvalu. A Colômbia — ela própria exportadora de carvão e petróleo — afirmou que os países participantes representam um quinto da produção mundial de combustíveis fósseis e quase um terço do consumo. O setor tem sido acusado de influenciar as negociações da ONU, e alguns governos e ativistas questionaram a conveniência de envolver países produtores em Santa Marta. "Quanto maior o grupo de países, mais difusos são os interesses e menores as chances de alcançar um resultado claro", declarou à AFP Bill Hare, fundador do grupo de especialistas Climate Analytics. Vélez afirmou que é "um grande avanço" ter países produtores na mesa discutindo esse "tabu". "Precisamos iniciar um espaço mais honesto onde possamos debater com mais abertura e colocar todas as cartas na mesa. Ninguém diz que o caminho será fácil. Mas precisamos reunir essas pessoas", declarou em coletiva de imprensa. Dilema energético Os combustíveis fósseis são o principal motor das mudanças climáticas causadas pelo ser humano, e cientistas afirmam que o mundo não reduz as emissões com rapidez suficiente para evitar as piores consequências do aquecimento global. Em escala global, investe-se aproximadamente o dobro em energias limpas do que em combustíveis fósseis, mas as emissões de gases de efeito estufa provenientes do carvão, do petróleo e do gás voltaram a crescer em 2025, atingindo um nível recorde. Enquanto a crise energética se espalha pela economia global, alguns países aumentaram a geração elétrica à base de carvão para cobrir déficits de abastecimento. O ministro do Clima de Vanuatu, Ralph Regenvanu, cujo país depende fortemente da importação de energia, declarou à imprensa que a crise é "sem dúvida um chamado para reduzir a dependência de combustíveis fósseis para todos". Santa Marta é uma primeira etapa para países "que precisam e querem dar passos concretos adiante", disse Beth Walker, do grupo de especialistas independente E3G. As conclusões do encontro serão incorporadas a um "mapa do caminho" para abandonar os combustíveis fósseis, liderado pelo Brasil como país anfitrião da COP30 no ano passado. AFP

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